Início conteúdo principal

Arquivos da categoria: Notícias

VI Encontro da Rede de Leitura Inclusiva GT Pernambuco

Nessa terça-feira, dia 16, participamos dos eventos em comemoração a Semana Estadual e Municipal da Pessoa com Deficiência, organizado pelo GT Pernambuco da Rede de Leitura Inclusiva em parceria com Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco  e a Secretarias Estadual e Municipal de Educação.

Esse foi o VI Encontro da Rede de Leitura Inclusiva GT Pernambuco que possibilitou o diálogo com alunos, professores e demais profissionais da área de livro, leitura e pessoa com deficiência. Durante a atividade o público abordou os desafios e potências de promover a leitura em diversas formas e com diferentes públicos, pensando em parceria.

As atividades da Semana Estadual e Municipal da Pessoa com Deficiência realizada na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco se estenderá até dia 18/08, com mesas de diálogos, Momento Poético, Visita Guiada com acessibilidade e Contação de Histórias em formatos acessíveis: libras e audiodescrição.

Participem!

 

Rede de Leitura Inclusiva na 2ª edição da Fligê – Feira Literária de Mucugê

A Rede de Leitura Inclusiva foi convidada a participar da 2ª edição da Fligê – Feira Literária de Mucugê/BA, que aconteceu de 10 a 13 de agosto.

O tema “Os percursos da leitura inclusiva” foi o foco do diálogo mediado pela professora Selma Matos (UESB) e contou também com os convidados Arnaldo Godoy (Uberlândia/MG) Lilian Menenguci (Rede GTES).

Além dessa roda de conversa, participamos com exposição dos livros da Fundação em parceria com a Acide – Associação Conquistense de Integração do Deficiente, organização parceira da Rede sediada em Vitória da Conquista. No stand foram realizadas atividades de leitura com crianças que participaram da Fligezinha.

 

Piauí dialoga sobre Leitura Inclusiva e Projeto Regionais

O Grupo de Trabalho da Rede de Leitura Inclusiva do Piauí se reuniu em 02 de agosto para dialogar sobre ferramentas e estratégias colaborativas que incluam as pessoas com deficiência visual e outras deficiências nas ações locais de educação, cultura e comunicação, entre outras áreas.

Reunidos na Universidade Federal do Piauí – UFPI, parceiros da Universidade, do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência – CONADE, da Associação dos Cegos do Piauí – ACEP, Comradio do Brasil, da Fundação de Apoio às Entidades dos Cegos do Piauí – FACEP, abordaram as conquistas e potencialidades para a efetivação da participação das pessoas com deficiência em ações de livro, leitura e direito à informação.

O GT dialogou sobre o Projeto Regionais e pré-agendou a Roda de Leitura para uma ação, que será construída pelo GT e seus parceiros locais, nas atividades de celebração do aniversário do Estado do Piauí, em 19 de outubro de 2017.

Concurso de Leitura Braille

A Rede Nacional de Leitura Inclusiva – FDNC com o GT Goiás Quer saber:

Será que os cegos estão abandonando o sistema Braille? Será que os leitores de tela com suas vozes sintetizadas podem proporcionar o mesmo prazer na leitura de um livro como o tatear das letras inventadas por Louis Braille? Para descobrir como está a capacidade de leitura e percepção dos pontos em relevo na ponta dos dedos das pessoas com deficiência visual, venha participar do concurso de leitura Braille.

Os participantes serão divididos em categorias: crianças, adolescentes e adultos. O primeiro lugar de cada categoria receberá um prêmio especial, e todos receberão medalha pela participação.

Apoio:

Associação dos deficientes Visuais do Estado de Goiás – ADVEG

Centro Brasileiro de Reabilitação e Apoio às Pessoas com Deficiência Visual – CAP/CEBRAV

Realização:

Biblioteca Braille “José Álvares de Azevedo” – BBJAA

 

O quê? Concurso de leitura Braille

Quando? 30 de junho de 2017 às 14:00

Onde? Praça Cívica, número 02, hall de entrada do Centro Cultural “Marieta Telles Machado”.

 

 

Itabuna: FURC realiza o II encontro Rede de Leitura Inclusiva

Aconteceu na terça – feira, 06 de Junho, na Fundação Regina Cunha – FURC, auditório DEHORC, o II Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Itabuna – Bahia.

No período da manhã foi realizada a Oficina de Leitura Inclusiva, e à tarde uma roda de conversa com o tema “Fortalecimento do Trabalho em Rede”. Angelita Garcia, representante da Fundação Dorina Nowill, conduziu a Oficina de Leitura Inclusiva, que teve como objetivo fomentar ações para que pessoas com deficiência disponham de oportunidades diversificadas de acesso ao livro e à leitura, e também mediou a roda de conversa.

Estiveram presentes representantes de instituições de Itabuna, Itapetinga e Una: CEPEI, Secretaria de Educação, CIONF, COMPEDE, FICC, APAE, UESC, Núcleo Territorial de Educação, Agentes Comunitários de Saúde, CAP Grapiúna, professores da rede Municipal e Estadual de ensino.

GT ESPÍRITO SANTO POTENCIALIZA AS AÇÕES DA REDE DE LEITURA INCLUSIVA NA CAPITAL CAPIXABA

Potencializar e democratizar o acesso ao livro, à leitura e à literatura para pessoas com deficiência. Essa foi a proposta do V Encontro da Rede de Leitura Inclusiva – GT Espírito Santo, que aconteceu nestas quinta (25) e sexta (26), no Museu Capixaba do Negro “Veronica da Pas” (Mucane), na capital capixaba.

O encontro se deu em dois dias. No primeiro, fora realizada a Oficina de Leitura Inclusiva. No segundo, uma roda de conversa a partir do tema “Fortalecimento do Trabalho em Rede”.

“Participar dessa ação reitera nosso compromisso, pessoal e coletivo, com as políticas e práticas da área de acessibilidade para a construção de uma sociedade que seja, indistintamente, para todos”, afirmou Lilian Menenguci, assessora técnica da Secretaria de Cultura de Vitória e integrante da Rede de Leitura Inclusiva – GT Espírito Santo.

Angelita Garcia, representante da Fundação Dorina Nowill, conduziu a Oficina de Leitura Inclusiva, que teve como objetivo fomentar ações para que pessoas com deficiência disponham de oportunidades diversificadas de acesso ao livro e à leitura e também mediou a roda de conversa.

A Oficina

A oficina, que aconteceu na quinta-feira (25), das 14h às 18h, teve início com uma provocação acerca de “mitos” que envolvem a questão da pessoa com deficiência, de modo geral, e da pessoa com deficiência visual, de maneira particular. Como elemento disparador, foram apresentadas frases que reproduzem estereótipos de questões inerentes ao processo inclusivo.

Em seguida, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer alguns recursos utilizados para escrita, leitura e cálculo, como: reglete, punção, máquina braille e sorobã.

Esse momento, absolutamente rico pela troca de saberes e fazeres, contou com a participação das professoras Erondina Miguel Vieira e Helena Abreu, ambas especialistas na educação de pessoas com deficiência visual, que se propuseram a apresentar, didaticamente, cada um dos recursos capazes de tornar acessível a leitura e a produção de textos por pessoas com baixa visão e cegueira. As ações foram referenciadas por Sandro Bermudes, profissional que atua no Setor Braille da Biblioteca Pública Estadual, pessoa com deficiência visual. Livros em formatos acessíveis, também foram apresentados aos participantes.

Angelita também abordou o tema “audiodescrição”. Durante a sua explanação, destacou a importância de se pensar na técnica que sustenta tal atividade. Segundo ela, “é de extrema importância não atribuir juízo de valor às descrições”. A atividade envolveu todo o grupo que sempre se apresentou ativo, curioso e disponível para a tarefa de seguir tecendo em rede.

A Roda de Conversa

Encerrando as atividades do V Encontro, aconteceu, na manhã da sexta-feira (26), das 10h às 12h, a roda de conversa “Fortalecimento do Trabalho em Rede”, que tratou das experiências sobre a leitura na perspectiva inclusiva, além da ampliação e do fortalecimento de políticas e práticas de acessibilidade construídas por meio de ações colaborativas entre os parceiros da rede.

Como iniciativa para a ampliação de experiências sobre a leitura na perspectiva inclusiva, o GT encaminhou uma ação inédita na capital capixaba: a oferta de uma Oficina de Contação de Histórias para Professores Intérpretes Surdos da Rede Municipal de Ensino de Vitória. O Grupo Chão de Letras, formado por Contadoras de Histórias, por meio da Biblioteca Pública Municipal Adelpho Poli Monjardim, em parceria com a Secretaria de Educação de Vitória, mediará a atividade que já será realizada no mês de junho.

Pensando em estratégias para o fortalecimento da rede, o GT destacou algumas necessidades sobre as quais se debruçará com o objetivo de ampliar o seu alcance:

  • Ampliar a participação de outros municípios, especialmente da Região Metropolitana da Grande Vitória, no GT Espírito Santo;
  • Elaborar projetos de captação de recursos para o processo de produção, fomento e divulgação de ações acessíveis;
  • Estimular o cadastro de agentes culturais, públicos e privados, na Dorinateca para o recebimento de livros acessíveis;
  • Mapear instituições e agentes que atuam na perspectiva inclusiva;
  • Potencializar os instrumentos de comunicação das iniciativas da rede, de modo geral, tanto quanto de seus colaboradores, de forma particular;
  • Utilizar o espaço do blog redeleiturainclusiva.org.br como espaço de divulgação e conexão com outros GTs do Brasil;

O evento, realizado pelo GT Espírito Santo, contou com a participação de profissionais da Educação, da Cultura, sociedade civil, agentes culturais, como contadores de histórias e mediadores de leitura, e de estagiários do curso de qualificação de Mediadores para Atendimento ao Público. Nessa rede, a Biblioteca Pública do Estado do Espírito Santo, Biblioteca Pública Municipal Adelpho Poli Monjardim, Instituto Luiz Braille do Espírito Santo, Secretaria de Educação de Vitória e Secretaria de Cultura de Vitória são parceiros diretamente conectados. O desafio, agora, é seguir conectando mais parceiros para que seja possível ampliar e, cada vez mais, fortalecer a rede.


Fonte: Prefeitura de Vitória (Maio,2017).
Crédito das fotos: Henrique Breciane (Navi Brasil)

Amigos, na nossa décima Tarde cultural tivemos o lançamento do livro acessível Abracadabras: crio enquanto falo, da autora Cássia Fernandes. Tivemos uma boa participação dos usuários da Biblioteca Braille “José Álvares de Azevedo”

Premiado pelo Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás, esta é uma obra literária inclusiva – pode ser acessada por todos e por todas. Publicado em formato eletrônico, este trabalho poético permite a aproximação de leitores com deficiência visual. Abracadabras: crio enquanto falo é, ao mesmo tempo, um livro de poemas que associa o gênero lírico ao épico, unindo o lirismo em essência definidor da poesia ao aspecto épico das narrativas. Nos textos é recorrente a busca pelo amor no universo contemporâneo das relações virtuais, da rede mundial de computadores. Simultaneamente, a temática é abordada de forma atual, há um diálogo com hábitos, comportamentos, valores e mesmo com a literatura do passado. Para tanto, a obra nos coloca em contato com três vozes: Miss Austen, Condessa e Madame Natasha.

Atenciosamente,

Nega Lilu Editora

www.negalilu.com.br

O quê? Lançamento do livro acessível Abracadabras: crio enquanto falo

Quem? Cássia Fernandes

Onde? No hall de entrada do Centro Cultural Marieta Telles Machado

Quando? 26/05/2017, 15 horas.

 

 

GT ESPÍRITO SANTO PROMOVE V ENCONTRO DA REDE DE LEITURA INCLUSIVA

Com a proposta de potencializar e democratizar o acesso ao livro, à leitura e à literatura para pessoas com deficiência, acontece nestas quinta (25) e sexta (26), no Museu Capixaba do Negro “Veronica da Pas” (Mucane), o V Encontro da Rede de Leitura Inclusiva – GT Espírito Santo, que vai realizar atividades para discutir políticas e práticas inclusivas.

O encontro será mediado por Angelita Garcia, da Fundação Dorina Nowill para Cegos de São Paulo, e será dividido em dois momentos: no primeiro dia, acontecerá uma oficina sobre “Leitura Inclusiva”; no segundo dia, uma roda de conversa sobre “Fortalecimento do Trabalho em Rede”.

“A expectativa é estreitar laços e consolidar estratégias que culminem em ações de leitura inclusiva para a diversidade da população”, disse a mediadora.

O evento reunirá um público diverso, composto por colaboradores de diferentes áreas como comunicação, direitos humanos, educação e cultura, entre outras.

Inclusão

“O trabalho da Rede promove o encontro de diversas representações da sociedade capixaba que buscam oportunizar a inclusão de pessoas com deficiência. Na educação, onde registramos a matrícula de 1.218 estudantes, várias ações são organizadas nas unidades escolares e nos Centros de Ciência, Educação e Cultura do município, com o objetivo de garantir o acesso à escrita, à leitura e às demais atividades que a pessoa com deficiência tem por direito”, disse a coordenadora de Educação Especial de Vitória, Ana Lúcia Sodré de Oliveira.

“Democratizar o acesso; fomentar a leitura e a formação de mediadores; valorizar, institucionalmente, a leitura e seu valor simbólico e, ainda, fomentar a cadeia criativa e a cadeia produtiva do livro também são objetivos da Rede que nos fazem pensar e trabalhar na direção da garantia do direito à cultura, por todos os cidadãos, indistintamente. Nesse sentido, atuar em rede (re)inaugura, em nós, a importância do trabalho colaborativo na construção da cultura da acessibilidade”, disse Lilian Menenguci, assessora técnica da Secretaria Municipal de Cultura (Semc) e integrante da Rede de Leitura Inclusiva- GT Espírito Santo.

Leitura inclusiva: o que é?

O objetivo principal da leitura inclusiva é tornar a leitura acessível a todas as pessoas. Nesse caso, de maneira particular, para as pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, surdez, entre outras, por meio de diferentes estratégias, metodologias e recursos de tecnologia assistiva.

A intenção do projeto Rede de Leitura Inclusiva é mobilizar e estreitar o relacionamento entre estudantes, professores, pesquisadores, mediadores de leitura, agentes de bibliotecas, artistas, produtores culturais, organizações sociais e governos, para disseminar a leitura inclusiva pelo Brasil.

Serviço
V Encontro da Rede de Leitura Inclusiva – GT Espírito Santo
Quando:
– oficina de Leitura Inclusiva: 25 de maio, quinta-feira, das 14 às 18 horas
– roda de Conversa sobre “Fortalecimento do Trabalho em Rede”: 26 de maio, sexta-feira, das 10 às 12 horas
Onde: Museu Capixaba do Negro (Mucane), localizado à Avenida República, 121 – Centro
Aberto ao público (inscrições feitas na hora)

Fonte: com informações da Prefeitura de Vitória.

 

Técnico de farmácia & Padre Chico: aprendizado com significado

 

 

Em 2016, o curso técnico em farmácia, no módulo de IV, que estuda entre outros assuntos as plantas medicinais e os fitoterápicos viabilizou uma vivência diferenciada aos alunos.

Com o objetivo de inovar, transformar e significar o ensino a professora Liliane Barros tinha em mente fazer com que os alunos estudassem as plantas medicinais e no sentido prático, cultivassem essas plantas, acompanhando assim todo o processo de plantio, cuidado e preparo para consumo das plantas medicinais. Mas isso era só o começo desse projeto. A professora sabendo que a Biblioteca fazia parte da Rede de Leitura Inclusiva, veio conversar sobre a possibilidade desse módulo ser tratado e discutido de forma inclusiva e como a biblioteca poderia viabilizar tudo isso.

A bibliotecária Adriana Rafael, entrou em contato com a Rede e levou a sugestão da professora para o Grupo, que respondeu imediatamente com sugestões para que a atividade fosse feita em parceria. O Colégio Vicentino Padre Chico, que alfabetiza deficientes visuais, gostou da proposta e achou que traria ganhos para seus alunos. A Fundação Dorina Nowill, também manifestou interesse em participar e sua contribuição seria uma aula com o tema inclusão para os alunos do técnico de farmácia. O Senac Aclimação, através da biblioteca auxiliou na conversão dos documentos para o Braille e Fonte Ampliada.

Segundo a Professora Liliane “A ideia veio ao encontro do desafio do desenvolvimento de práticas pedagógicas, valorizando o ensino com significado, estimulando o estudante a assumir seu papel e compromisso do aprender a aprender, tornando-o sensível para ser ator atuante na sociedade, sua percepção de respeito às diferenças”.

O projeto teve início em junho, com a construção da proposta, execução das etapas e a apresentação final no Colégio Padre Chico, que foi em outubro de 2016.

O grande diferencial foi o planejamento e o envolvimento com antecedência das partes envolvidas.

No depoimento a aluna do SENAC Kimberly Mendes de Souza, disse que foi bom trabalhar com este público diferenciado, ela afirma “É difícil descrever a sensação de alegria e entusiasmo que senti. Confesso que senti um pouco de medo no início, por nunca ter tido contato. Levarei em minha vida esta experiência que gostaria que todos experimentassem”.

Dessa opinião compartilha a docente Liliane: “ Foi um projeto gratificante onde senti como é importante compartilhar e trocar conhecimento. O Colégio Vicentino Padre Chico nos recebeu com muito carinho e foi enriquecedor o interesse que os alunos demonstraram na atividade”.

O método: os alunos do SENAC foram envolvidos no processo de cultivo das plantas medicinais, bem como deveriam pesquisar os benefícios, o preparo e dose correta, eles tiveram uma aula sobre o tema inclusão, visitaram a biblioteca para conhecerem os recursos e discutiram como fariam a abordagem junto aos alunos e deficientes visuais do Colégio Padre Chico.

No dia do evento, contamos com a presença de outros parceiros do GTSP da Rede de Leitura Inclusiva para acompanhar a interação entre os dois grupos de alunos.

OFICINA DE LEITURA INCLUSIVA DISCUTE ACESSIBILIDADE – SANTA MARIA/RS

Na tarde da quarta-feira, 4 de maio, o auditório da SUCV recebeu mais uma atração da Feira do Livro 2017:  a oficina de leitura inclusiva, produzida pelo Centro da Rede de Leitura Inclusiva e Fundação Dorina Nowill para Cegos.

A fundação possui uma biblioteca virtual – a Dorinateca – que disponibiliza livros por download nos formatos Braille, Falado e Digital Acessível (DAISY) – para pessoas com deficiência visual, bibliotecas, associações, escolas e universidades cadastradas de todo o país.

Angelita Garcia – que participa da rede nacional da fundação – comandou a conversa que abordou as tecnologias de leitura existentes para deficientes visuais.

Cristian Evandro Sehnem, pedagogo e Técnico em Educação no Núcleo de Acessibilidade da UFSM, compartilhou suas experiências como deficiente visual. Foi destacada a importância de derrubar alguns mitos, como o de que deficientes visuais não conseguem ser independentes ou de que só é deficiente visual a pessoa que nasce cega.

Oficina debateu ideias e soluções para a leitura inclusiva.(Foto: Pedro Gonçalves/LABFEM-Unifra)

Ele também falou da importância da leitura em Braille: “Ela não pode ser substituída pelas outras tecnologias existentes pois  é através dela que os deficientes visuais conseguem aprender a escrever de forma gramaticalmente correta”, revela Sehnem.

Questões de políticas públicas também foram discutidas. Segundo Angelita, elas sofrem mudanças quando nós provocamos, por isso é tão importante discutir e estar ciente da presença dos deficientes na sociedade.