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Amigos, na nossa décima Tarde cultural tivemos o lançamento do livro acessível Abracadabras: crio enquanto falo, da autora Cássia Fernandes. Tivemos uma boa participação dos usuários da Biblioteca Braille “José Álvares de Azevedo”

Premiado pelo Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás, esta é uma obra literária inclusiva – pode ser acessada por todos e por todas. Publicado em formato eletrônico, este trabalho poético permite a aproximação de leitores com deficiência visual. Abracadabras: crio enquanto falo é, ao mesmo tempo, um livro de poemas que associa o gênero lírico ao épico, unindo o lirismo em essência definidor da poesia ao aspecto épico das narrativas. Nos textos é recorrente a busca pelo amor no universo contemporâneo das relações virtuais, da rede mundial de computadores. Simultaneamente, a temática é abordada de forma atual, há um diálogo com hábitos, comportamentos, valores e mesmo com a literatura do passado. Para tanto, a obra nos coloca em contato com três vozes: Miss Austen, Condessa e Madame Natasha.

Atenciosamente,

Nega Lilu Editora

www.negalilu.com.br

O quê? Lançamento do livro acessível Abracadabras: crio enquanto falo

Quem? Cássia Fernandes

Onde? No hall de entrada do Centro Cultural Marieta Telles Machado

Quando? 26/05/2017, 15 horas.

 

 

GT ESPÍRITO SANTO PROMOVE V ENCONTRO DA REDE DE LEITURA INCLUSIVA

Com a proposta de potencializar e democratizar o acesso ao livro, à leitura e à literatura para pessoas com deficiência, acontece nestas quinta (25) e sexta (26), no Museu Capixaba do Negro “Veronica da Pas” (Mucane), o V Encontro da Rede de Leitura Inclusiva – GT Espírito Santo, que vai realizar atividades para discutir políticas e práticas inclusivas.

O encontro será mediado por Angelita Garcia, da Fundação Dorina Nowill para Cegos de São Paulo, e será dividido em dois momentos: no primeiro dia, acontecerá uma oficina sobre “Leitura Inclusiva”; no segundo dia, uma roda de conversa sobre “Fortalecimento do Trabalho em Rede”.

“A expectativa é estreitar laços e consolidar estratégias que culminem em ações de leitura inclusiva para a diversidade da população”, disse a mediadora.

O evento reunirá um público diverso, composto por colaboradores de diferentes áreas como comunicação, direitos humanos, educação e cultura, entre outras.

Inclusão

“O trabalho da Rede promove o encontro de diversas representações da sociedade capixaba que buscam oportunizar a inclusão de pessoas com deficiência. Na educação, onde registramos a matrícula de 1.218 estudantes, várias ações são organizadas nas unidades escolares e nos Centros de Ciência, Educação e Cultura do município, com o objetivo de garantir o acesso à escrita, à leitura e às demais atividades que a pessoa com deficiência tem por direito”, disse a coordenadora de Educação Especial de Vitória, Ana Lúcia Sodré de Oliveira.

“Democratizar o acesso; fomentar a leitura e a formação de mediadores; valorizar, institucionalmente, a leitura e seu valor simbólico e, ainda, fomentar a cadeia criativa e a cadeia produtiva do livro também são objetivos da Rede que nos fazem pensar e trabalhar na direção da garantia do direito à cultura, por todos os cidadãos, indistintamente. Nesse sentido, atuar em rede (re)inaugura, em nós, a importância do trabalho colaborativo na construção da cultura da acessibilidade”, disse Lilian Menenguci, assessora técnica da Secretaria Municipal de Cultura (Semc) e integrante da Rede de Leitura Inclusiva- GT Espírito Santo.

Leitura inclusiva: o que é?

O objetivo principal da leitura inclusiva é tornar a leitura acessível a todas as pessoas. Nesse caso, de maneira particular, para as pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, surdez, entre outras, por meio de diferentes estratégias, metodologias e recursos de tecnologia assistiva.

A intenção do projeto Rede de Leitura Inclusiva é mobilizar e estreitar o relacionamento entre estudantes, professores, pesquisadores, mediadores de leitura, agentes de bibliotecas, artistas, produtores culturais, organizações sociais e governos, para disseminar a leitura inclusiva pelo Brasil.

Serviço
V Encontro da Rede de Leitura Inclusiva – GT Espírito Santo
Quando:
– oficina de Leitura Inclusiva: 25 de maio, quinta-feira, das 14 às 18 horas
– roda de Conversa sobre “Fortalecimento do Trabalho em Rede”: 26 de maio, sexta-feira, das 10 às 12 horas
Onde: Museu Capixaba do Negro (Mucane), localizado à Avenida República, 121 – Centro
Aberto ao público (inscrições feitas na hora)

Fonte: com informações da Prefeitura de Vitória.

 

Técnico de farmácia & Padre Chico: aprendizado com significado

 

 

Em 2016, o curso técnico em farmácia, no módulo de IV, que estuda entre outros assuntos as plantas medicinais e os fitoterápicos viabilizou uma vivência diferenciada aos alunos.

Com o objetivo de inovar, transformar e significar o ensino a professora Liliane Barros tinha em mente fazer com que os alunos estudassem as plantas medicinais e no sentido prático, cultivassem essas plantas, acompanhando assim todo o processo de plantio, cuidado e preparo para consumo das plantas medicinais. Mas isso era só o começo desse projeto. A professora sabendo que a Biblioteca fazia parte da Rede de Leitura Inclusiva, veio conversar sobre a possibilidade desse módulo ser tratado e discutido de forma inclusiva e como a biblioteca poderia viabilizar tudo isso.

A bibliotecária Adriana Rafael, entrou em contato com a Rede e levou a sugestão da professora para o Grupo, que respondeu imediatamente com sugestões para que a atividade fosse feita em parceria. O Colégio Vicentino Padre Chico, que alfabetiza deficientes visuais, gostou da proposta e achou que traria ganhos para seus alunos. A Fundação Dorina Nowill, também manifestou interesse em participar e sua contribuição seria uma aula com o tema inclusão para os alunos do técnico de farmácia. O Senac Aclimação, através da biblioteca auxiliou na conversão dos documentos para o Braille e Fonte Ampliada.

Segundo a Professora Liliane “A ideia veio ao encontro do desafio do desenvolvimento de práticas pedagógicas, valorizando o ensino com significado, estimulando o estudante a assumir seu papel e compromisso do aprender a aprender, tornando-o sensível para ser ator atuante na sociedade, sua percepção de respeito às diferenças”.

O projeto teve início em junho, com a construção da proposta, execução das etapas e a apresentação final no Colégio Padre Chico, que foi em outubro de 2016.

O grande diferencial foi o planejamento e o envolvimento com antecedência das partes envolvidas.

No depoimento a aluna do SENAC Kimberly Mendes de Souza, disse que foi bom trabalhar com este público diferenciado, ela afirma “É difícil descrever a sensação de alegria e entusiasmo que senti. Confesso que senti um pouco de medo no início, por nunca ter tido contato. Levarei em minha vida esta experiência que gostaria que todos experimentassem”.

Dessa opinião compartilha a docente Liliane: “ Foi um projeto gratificante onde senti como é importante compartilhar e trocar conhecimento. O Colégio Vicentino Padre Chico nos recebeu com muito carinho e foi enriquecedor o interesse que os alunos demonstraram na atividade”.

O método: os alunos do SENAC foram envolvidos no processo de cultivo das plantas medicinais, bem como deveriam pesquisar os benefícios, o preparo e dose correta, eles tiveram uma aula sobre o tema inclusão, visitaram a biblioteca para conhecerem os recursos e discutiram como fariam a abordagem junto aos alunos e deficientes visuais do Colégio Padre Chico.

No dia do evento, contamos com a presença de outros parceiros do GTSP da Rede de Leitura Inclusiva para acompanhar a interação entre os dois grupos de alunos.

OFICINA DE LEITURA INCLUSIVA DISCUTE ACESSIBILIDADE – SANTA MARIA/RS

Na tarde da quarta-feira, 4 de maio, o auditório da SUCV recebeu mais uma atração da Feira do Livro 2017:  a oficina de leitura inclusiva, produzida pelo Centro da Rede de Leitura Inclusiva e Fundação Dorina Nowill para Cegos.

A fundação possui uma biblioteca virtual – a Dorinateca – que disponibiliza livros por download nos formatos Braille, Falado e Digital Acessível (DAISY) – para pessoas com deficiência visual, bibliotecas, associações, escolas e universidades cadastradas de todo o país.

Angelita Garcia – que participa da rede nacional da fundação – comandou a conversa que abordou as tecnologias de leitura existentes para deficientes visuais.

Cristian Evandro Sehnem, pedagogo e Técnico em Educação no Núcleo de Acessibilidade da UFSM, compartilhou suas experiências como deficiente visual. Foi destacada a importância de derrubar alguns mitos, como o de que deficientes visuais não conseguem ser independentes ou de que só é deficiente visual a pessoa que nasce cega.

Oficina debateu ideias e soluções para a leitura inclusiva.(Foto: Pedro Gonçalves/LABFEM-Unifra)

Ele também falou da importância da leitura em Braille: “Ela não pode ser substituída pelas outras tecnologias existentes pois  é através dela que os deficientes visuais conseguem aprender a escrever de forma gramaticalmente correta”, revela Sehnem.

Questões de políticas públicas também foram discutidas. Segundo Angelita, elas sofrem mudanças quando nós provocamos, por isso é tão importante discutir e estar ciente da presença dos deficientes na sociedade.

Oficina de Leitura Inclusiva na Feira do Livro de Santa Maria – RS

Na tarde de 04 de maio aconteceu, no auditório da Sociedade União dos Caixeiros Viajantes (SUCV), uma Oficina de Leitura Inclusiva, programação concomitante a Feira do Livro de Santa Maria. A oficina foi ministrada por Angelita Garcia, da Fundação Dorina Nowill para Cegos e pelo GT Centro RS da Rede de leitura Inclusiva.

Os temas abordados foram sensibilização e desconstrução de mitos sobre a deficiência visual e a leitura inclusiva; livros acessíveis, suas especificidades e utilização; e recursos de acessibilidade à leitura.

A Rede de Leitura Inclusiva é um projeto mobilizado pela Fundação Dorina Nowill para Cegos na perspectiva de fomentar o acesso à Leitura e à informação para pessoas com deficiência. Esta ação acontece em âmbito nacional onde cada Estado é mobilizado a formar Grupos de Trabalho para que construam novas ações de leitura e inclusão ou potencializem as já existentes. Tendo a ACESSIBILIDADE ATITUDINAL como foco, a participação nesta proposta é voluntária e as ações gratuitas.

São representantes da UFSM e moderadores do GT Centro RS da Rede de Leitura Inclusiva Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral (DAG). O GT Centro RS tem 80 integrantes e foi criado em dezembro de 2015. (Fotografias: Lidiane Castagna e Marcos Machado Paulo)

Angelita Garcia, da Fundação Dorina Nowill para Cegos

Cartilha Informativa na Área de Deficiência Visual

A Biblioteca Pública do Paraná promoveu no dia 4 de maio o lançamento da Cartilha Informativa na Área de Deficiência Visual. Elaborado pelo Instituto Paranaense de Cegos (IPC) em parceria com a seção Braille da BPP, o material traz orientações de convivência com pessoas com deficiência visual.

Na ocasião, o diretor do Instituto Paranaense de Cegos, Enio Rodrigues da Rosa, fez palestra sobre a realidade do atendimento educacional especializado em Curitiba.

Dia Nacional do Braille

O Dia Nacional do Braille também foi comemorado em Arapiraca-AL.

Boa noite a todos da rede leitura Inclusiva. Meu nome é Maria Silvana Maranhão da Costa. Sou monitora da Educação Especial, como transcritora e leitora Braille da Escola Estadual Adriano Jorge – 5ª GERE – Arapiraca-AL. Faltando 15 dias, para o Dia 8 de abril de 2017, resolvi comemorar o Dia Nacional do Braille. E foi assim repentinamente, guiada por uma inspiração, que convidei alguns profissionais da área e alguns patrocinadores e todos aceitaram abraçar esse dia, como voluntários. O evento aconteceu no Arapiraca Garden Shopping, no dia 8 de abril, sábado, no horário das 10h até às 22h.

Durante a programação aconteceu à exposição do Sistema Braille: os equipamentos utilizados para a escrita e alfabetização dos Deficientes Visuais: a reglete tradicional; a reglete positiva; o punção; a borracha; o papel; a máquina Perkins Braille; livros em Braille; livros com letras ampliadas; lupas e áudio livros em cd’s. Além de outros instrumentos, incluindo o soroban. Nas apresentações foram exibidos vídeos relatando a história do Braille, do Louis Braille e de José Alvares de Azevedo. E ressaltando as apresentações: houve leitura em Braille, voz e violão e vários depoimentos de pessoas com deficiência visual. Contamos com alguns profissionais da área: Janaina Felix (professora da sala de AEE), Sônia Mara Maranhão da Costa (professora de Soroban), Maria Josira Pereira da Silva (reeducação visual) e Ana Maria Gondim (professora de Braille). Além de outros amigos que participaram da equipe, no dia do evento.

Dentre os patrocinadores, quero destacar e agradecer em nome de todos, ao Arapiraca Garden Shopping, a TV Gazeta de Alagoas, ao Jornal Gazeta de Alagoas e ao Sr. José Walter da Silva, Diretor da Rádio Gazeta FM Arapiraca, além da Jornalista Larissa Costa, da Agência Mídia Nova, que divulgaram o evento. E com essa divulgação, tivemos um público estimado entre 150 a 180 pessoas. E foi uma surpresa para todos, pois vieram pessoas de diversas cidades do interior do Estado, o que nos deixou mais motivados. A Escola Estadual Adriano Jorge agradece a Fundação Dorina Nowill, por atender nossos pedidos, ao solicitar materiais para a sala de recursos e pelo convite para fazer parte desta rede de leitura inclusiva, compartilhando esse momento importante.

O evento foi dedicado à sociedade e aos deficientes visuais, estes, muitas vezes ainda ausentes do ambiente escolar e de maior parte do convívio social. A Exposição do Sistema Braille mostrou que a inclusão e a acessibilidade, constroem um caminho de informação, educação e conquista de autonomia para os deficientes visuais.

Grupo Educação:
https://www.facebook.com/groups/429974510514098/?fref=ts

Links das Reportagens:

http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/noticia.php?c=304374

http://g1.globo.com/al/alagoas/bom-dia-alagoas/videos/v/programacao-especial-e-realizada-em-arapiraca-para-comemorar-o-dia-mundial-do-braile/5783868/

GT ESPÍRITO SANTO PLANEJA AÇÕES PARA 2017

Com o objetivo de potencializar e democratizar o acesso ao livro e à leitura para pessoas com deficiência, aconteceu no dia 7 de abril, às 14 horas, no Museu Capixaba do Negro “Veronica da Pas” (Mucane), o encontro da Rede de Leitura Inclusiva – GT Espírito Santo, que se reuniu com o objetivo de compartilhar experiências, oportunidades e desafios da leitura na perspectiva inclusiva, para a ampliação e fortalecimento de políticas e práticas inclusivas.

“O grupo planejou as atividades do ano e, depois, se deu a socialização e validação do planejamento, sob a orientação de Angelita Garcia, da Fundação Dorina Nowill para Cegos (SP)”, que participou da atividade por meio do skype”, destacou Lilian Menenguci, assessora técnica da Secretaria Municipal de Cultura de Vitória (Semc) e integrante da Rede de Leitura Inclusiva – GT Espírito Santo, que mediou o encontro.

Fotografia colorida. Ao fundo está uma estante de livros coloridos desfocada. Em primeiro plano, uma mesa de madeira que ocupa toda a parte inferior, sobre ela um livro aberto com páginas bege e sentado sobre ele, ao centro, a silhueta de um garoto em um tom de cor mais escuro do que as páginas. Na parte superior da imagem, o texto “Nós trabalhamos pela leitura inclusiva 09 de abril – Dia da Biblioteca”, centralizado na cor branca, em três linhas. No canto inferior direito, logo da Rede de Leitura Inclusiva.

Dia da Biblioteca

Dia 09 de abril é o Dia da Biblioteca e a Rede Nacional de Leitura Inclusiva gostaria de agradecer a todos os parceiros que compõem esta rede pelo engajamento e por efetivar o acesso a informação aos diferentes públicos!  Compreendemos como intermediários da leitura as bibliotecas formais e informais, mas que atuam no mesmo proposito a disseminação das “coisas maravilhosas que moram dentro do livro – Rubem Alves”.

 

foto três homens tocando sanfona, triângulo e zabumba, o primeiro está sentado. Ao fundo parede com diversos quadros e estantes com livros.

Dia Nacional do Braile: com inauguração na Biblioteca Pública da Paraíba

No mês de abril o que não falta são celebrações para a leitura e a inclusão! No dia 08 de abril é comemorado do Dia Nacional do Braile e no dia 9 celebra-se é o Dia da Biblioteca. A Rede de Leitura Inclusiva  GT Paraíba em alusão a estas datas, inaugurou  o Espaço Braile da Biblioteca Juarez da Gama Batista na ultima terça-feira. A programação contou com:  o pré lançamento do livro – O que vê a Cegueira de Joana Belarmino, palestra: A Leitura como Direito Humano , Roda de conversa sobre leitura e inclusão, lançamento do selo Mobilidade sustentável pelos Correios e conversa sobre os serviços de acessibilidade, Música regional e declamação de poesia, além da Transmissão ao vivo WEB Rádio do Instituto dos Cegos Adalgisa Cunha.

foto tirada do fundo da sala, grupo de 30 pessoas sentadas com cadeiras dispostas em uma grande roda. A frente projeção de slide onde uma pessoa fala ao microfone.