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Público sentado assistindo as apresentações

II Encontro de Leitura Inclusiva do Rio Grande do Sul

Aconteceu no Campus Porto Alegre, no dia 31 de outubro, o II Encontro de Leitura Inclusiva. Organizado pelo Grupo Interinstitucional de Pesquisa LEIA: leitura, informação e acessibilidade, do IFRS e da UFRGS, o evento é uma iniciativa da Rede de Leitura Inclusiva no Rio Grande do Sul (GT-RS POA), juntamente com o Conselho Regional de Biblioteconomia (CRB10), o Conselho Municipal do Livro e da Leitura, entre outras instituições, a partir de uma parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos (FDN), de São Paulo.

O encontro tem como objetivo mostrar que a sociedade e as Instituições que recebem acervos da FDN unam-se ao grupo na construção uma grande rede de ações em prol das pessoas com deficiência para acesso ao livro, leitura, literatura e bibliotecas e um estímulo para que desenvolvam ações de inclusão.

Estudantes de Biblioteconomia do IFRS e da UFRGS, estudantes de outros Cursos e Instituições, bibliotecários, técnicos em Biblioteconomia, professores, técnicos, mediadores de leitura, pessoas com deficiência, representantes de Instituições parceiras e comunidade em geral, puderam assistir palestras, na parte da manhã, e participar de oficinas, no turno da tarde.

Após a abertura oficial, houve momento cultural com apresentação musical do professor e músico Márcio Fumaco. Márcio é deficiente visual e apresentou duas canções gaúchas tocadas no teclado. Estas canções fazem parte da coletânea de músicas que compõem a Coleção Regionais.  Em seguida, deu-se início aos painéis, que prosseguiram abordando temas como Rede Nacional de Leitura Inclusiva e “Coleções Regionais – A cultura brasileira em suas expressões”, com Perla Assunção; Rede Nacional de Leitura Inclusiva GT – RS POA: Leitura, informação e acessibilidade, com a Profª Drª Lizandra Brasil Estabel; e Acessibilidade em ambientes culturais, com a Profª Drª  Jeniffer Alves Cuty.

Entre as palestras, houve mais um momento cultural, com uma Contação de Histórias realizada pela Técnica em Biblioteconomia e acadêmica da FABICO/UFRGS Andréa Bitencourt, que apresentou a lenda gaúcha “Negrinho do Pastoreio”, da Coleção Regionais.

Na parte da tarde, os participantes puderam se inscrever e realizar as oficinas: “A Inclusão dos Cegos e as Tecnologias” – Prof. Alexandre Cardoso, Larissa de Arruda Machado e Crystian de Lima Antunes; “A Contribuição da Audiodescrição para Leitura Inclusiva” – Audiodescritora Consultora Marilena Assis e Audiodescritora Roteirista e Narradora Letícia Schwartz, que compõe a Equipe da Audiodescrição da empresa Mil Palavras Acessibilidade Cultural; “Noções de Conservação e Recuperação de livros em Braille” – Profª Drª Angela Flach; “Língua Brasileira de Sinais: que língua é essa?”- Profª Drª Carolina Comerlato Sperb; “Mediação da Leitura: afetos e fazeres” – Profª Drªnda Ketlen Stueber e “A Literatura de Tradição Oral: o cordel e a gauchesca” – Prof. Dr. Marlon de Almeida.

Mulher com traje típico do Sul, um vestido de Prenda

“Sempre que investimos em leitura, literatura e nas bibliotecas promovendo a inclusão de todos, sem exceção, estamos mudando os rumos da Educação. Efetivamente no nosso caso, atuamos com os alunos do Curso Técnico em Biblioteconomia propiciando que sejam partícipes desde a organização, planejamento do Evento, bem como, na participação efetiva assistindo as palestras e oficinas. Estes alunos serão os mediadores do processo de leitura, de acesso à informação e de acessibilidade para as pessoas com deficiência visual que serão atendidas na biblioteca possibilitando a inclusão através do texto e dos recursos como a audiodescrição. Os materiais produzidos pela FDN serão amplamente utilizados por estes estudantes e profissionais através da leitura promovendo a inclusão social, digital e profissional das pessoas com deficiência”, finaliza Profª Drª Lizandra Brasil Estabel.

foto de dezenas de adultos sentados em cadeiras e crianças sentadas no chão do auditório da Fundação Dorina. À direita, de frente pra eles e sorrindo, está a escritora Fernanda Emediato.

I Semana da leitura

Em comemoração ao dia Nacional da leitura e do livro (12 e 29/10), a biblioteca circulante da Fundação Dorina organizou para seus usuários uma semana com muitas atividades de incentivo a leitura. As atividades aconteceram do dia 23 ao dia 27 do mês de outubro e nessas atividades os leitores tiveram a oportunidade de trocas de experiências, interação e maior integração e contato com a biblioteca.

foto de 11 pessoas sentadas em círculo. Ao centro há uma mesinha de vidro. Ao fundo há uma telão com o título do livro discutido.

Na segunda-feira (23) tivemos o café literário que nos proporcionou um debate reflexivo e com muitas trocas de ideias e pensamentos distintos. O livro discutido foi “A insustentável leveza do ser” do autor Milan Kundera.

O segundo dia (25) de atividades foi direcionada ao publico infantil. Neste dia, as crianças puderam ouvir a historinha da “Menina sem cor” pela autora Fernanda Emediato. Além da contação de histórias as crianças receberam desenhos dos personagens em relevo para colorirem em grupo.

No terceiro dia (26) tivemos a presença do professor, palestrante, tradutor e escritor brasileiro Gabriel Perissé que nos falou sobre “Ler, pensar e escrever”.
foto do auditório da Fundação Dorina com dezenas de pessoas sentadas. Em segundo plano, de frente para a plateia, está o palestrante Gabriel Perissé. Ele tem pele clara, cabelos grisalhos, barba curta e usa óculos de armação preta.

O último dia de atividades (27) foi marcado por um bate papo descontraído e divertido com alguns de nossos ledores. Neste dia, os leitores tiveram a oportunidade de conhecer as pessoas que gravam os livros disponibilizados para empréstimo na biblioteca e puderam tirar todas as dúvidas relacionadas a está linda profissão.

A semana da leitura promoveu atividades que visam estimular e desenvolver o hábito pela leitura e incentivar ainda mais aqueles que amam este universo recheado de encantamento, descobertas e informação.

Na foto, a articuladora Ana Paula Siva na Roda de Leitura em Aracaju

Coleção Regionais ganha destaque no 2º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva de Sergipe

No último dia, 20/09, foi a vez de Aracaju receber nossa Roda de Leitura e a Coleção Regionais – A inclusão através da cultura brasileira em suas expressões, durante a segunda edição do Encontro de Leitura Inclusiva de Sergipe, no mirante da Treze de Julho.

Com a participação da nossa articuladora Ana Paula Silva, o evento fez um mergulho no diálogo e experiências literárias inclusivas, como rodas de leitura com audiodescrição e interpretação em libras e atividades como a trilha da inclusão, além disso, a edição proporcionou um estande sensorial, um jardim com plantas, sementes, frutos e atividades que auxiliaram à desenvolver os sentidos dos participantes.

Segundo organizadores, cerca de 150 pessoas com deficiência participaram do evento, dentre elas Maria Verônica Esteves, 62 anos, que compartilhou suas recentes experiências com a leitura e história de vida, e encheu o público de emoção. “Mesmo sem professor de braille, comecei a aprender há cerca de oito anos, em Boquim, minha comunidade (cidade ao sul de Sergipe, cerca de 84 km da capital Aracaju), com livros religiosos, ao lado dos meus amigos e familiares. Foi muito bom saber que eu poderia contar com eles, e hoje eu conto as histórias que consigo ler para todos”, explica.

Na foto, Maria Verônica Esteves, 62 anos, que compartilhou suas recentes experiências de leitura e historia de vida.

“A Verônica é uma mulher de um senso de humor e garra que me impressiona. Ela aprendeu braile aos 54 anos, mas não sabe escrever, só ler. No evento ela ganhou um curso e vai aprender a escrever agora. E graças a Fundação Dorina Nowill e ao projeto Rede de Leitura Inclusiva temos a oportunidade de ampliar o acervo de livros para ela e outros aqui em Boquim, e, podemos explorar nossa cultura. Ah, posso contar? Quando vi a caixa da Coleção Regionais até pulei de alegria”, conta  empolgada Maria Caitana Lima Mota da Biblioteca Pública Municipal Hermes, de Boquim.

O RESPEITO À DIVERSIDADE

Um dos principais objetivos do encontro além de ampliar o acesso a leitura foi respeitar toda a diversidade humana, colocar em pauta e apresentar as formas, como os livros com texturas e a audiodescrição, que são partes de um processo de construção de imagens através das palavras para as pessoas cegas. Porque mesmo no braile, as ilustrações precisam ser ditas.

“Vejo essas ações como uma grande colaboração para acessibilidade ao conhecimento, não apenas para as pessoas com deficiência visual, mas para toda a sociedade”, conta a Professora Dra. Rita de Cácia Santos Souza, da Universidade Federal de Sergipe. E completa. “O que mais me chamou atenção na edição foi a forma como jovens e crianças se encantaram com a leitura acessível, pois durante a contação de história havia o contador em português, o intérprete de libras, o livro em braile e recursos pedagógicos táteis de elementos da história”, finaliza.

Na foto, Ana Paula Silva, articuladora da Rede de Leitura, está em pé apresentando uma das obras da Coleção Regionais. Na imagem, deficientes visuais manuseiam as obras da coleção Regionais

Na foto, um grupo de 12 pessoas em pé, lado-a-lado, sorrindo e segurando livros da Coleção Regionais .

Coleção Regionais é lançada no 5º Encontro “Pará Ler”

Cravado no norte do País, ao sudoeste na Ilha de Marajó, Breves é um município referência para a região. Foi lá, que depois de 12 horas de barco, partindo da capital Belém, chegamos para o lançamento da Coleção Regionais, no 5º Encontro “Pará Ler”, ( que aconteceu entre os dias 13 e 15 de setembro) e reuniu representantes de Bibliotecas Públicas do Estado e dos municípios próximos.

Por lá,  a roda de Leitura Coleção Regionais – A inclusão através da cultura brasileira em suas expressões,  mediada por Angelita Garcia e com a presença de profissionais das bibliotecas do entorno, permitiu um mergulho nas obras que apresentam nossas riquezas culturais.

Duas pessoas com deficiência visual, Cristiane do Socorro da Costa Demes, 33 anos e Yasmim Correa Miranda, 7 anos, ajudaram nessa imersão inclusiva na hora leitura.

“Na oficina aprendemos como fazer a leitura para os cegos e o mais importante aprendemos como transcrever a imagem e como ter cuidado com as palavras na apresentação da obra”, contou Rita Sanches, coordenadora da Biblioteca Municipal Eustórgio Miranda, de Breves.

Quem também contou um pouco da experiência foi Socorro Baia, diretora da Biblioteca Municipal Vertano Rocha, de Belém: “ Esse encontro abriu muitas portas. Essas discussões são de um aprendizado único e de extrema importância que é a acessibilidade, além disso, é muito bonito a sensibilização e valorização cultural aplicada no projeto desenvolvido pela Rede de Leitura Inclusiva”, finaliza.

+ SOBRE O PROJETO

A Coleção Regionais, a cultura brasileira acessível a todos, vai distribuir 63 mil livros para organizações, escolas e bibliotecas que atendem pessoas com deficiência visual em formatos acessíveis e interativos e como forma de estimular a literatura inclusiva, serão realizadas rodas de leitura em 20 municípios brasileiros com a utilização da Coleção. Para saber mais leia o texto completo.

PARA RECEBER LIVROS ACESSÍVEIS
A fundação Dorina Nowill está em plena campanha de recadastramento, para continuar recebendo gratuitamente nossos livros acessíveis, entre no site  www.dorinateca.org.br, nossa biblioteca digital e recadastre-se.Na foto, sete pessoas em volta de uma mesa onde estão expostos os livros da coleção regionais, duas pessoas folheiam livros e, as outras cinco dialogam, com os livros em mãos

Na imagem, três mulheres adultas em semicírculo dialogando e exibindo páginas de um livro da Coleção Regionais e uma criança com baixa visão lendo a capa de um livro

Seminário sobre Acesso à Leitura da TECNOBLIND

Faça sua inscrição

 

Surgida no ano 280 a.C., a biblioteca de Alexandria resistiu, durante 7 séculos, aos saques, às  invasões e incêndios. Os homens de letras e de ciências daquela época reuniram, em um só espaço, o maior acervo cultural da antiguidade. Aquela enorme quantidade de papiro e pergaminho foi fonte instigadora de conhecimento e emoções que propulcionou a evolução da humanidade.

Nos nossos dias vemos o aperfeiçoamento dos ideais dos comtemporâneos de Platão sendo concretizados por meio da digitalização dos acervos das grandes bibliotecas mundiais, a produção bibliográfica sendo comercializada ao mesmo tempo em papel e eeletronicamente, somada ao desenvolvimento de plataformas de armazenamento nas nuvens e os potentes motores de busca.

As pessoas com deficiência visual, entretanto, se deparam com diversas barreiras de acessibilidade no que tange à essa inesgotável fonte de informação, qual seja, o livro. Assim como os papiros precisavam ser desenrolados para serem lidos, o livro digital precisa ser acessado por meio de leitores de telas usados pelas pessoas com deficiência visual.

Desde a mais tenra idade, a criança cega já entra em contato com as limitações decorrentes da falta de acessibilidade em materiais didáticos e de lazer. A produção de uma obra no sistema Braille, a título de exemplo, é cara e laboriosa. As tecnologias digitais tem facilitado o acesso à leitura pelas pessoas com deficiência visual, todavia ainda existem muitos embaraços a serem debelados e, nesse contexto, as discussões são pertinentes e engrandecem a construção da acessibilidade na leitura.

Nessa perspectiva, a Tecnoblind realizará, no dia 26/11/2016, às 14h30, o I Seminário on-line sobre Acesso à Leitura. A interação ocorrerá por meio do Teamtalk e o evento contará com importantes nomes do cenário nacional concernente ao assunto em tela. As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas. Confira a programação.

26/11/2016 – 14h30

  • 14:30 – Breve abertura;
  • 14:40 – A história da digitalização de obras na construção da acessibilidade digital à leitura. – Virgínia Vendramini, professora, poetisa, escultora e tapeceira artística;
  • 14:55 – A compra e os formatos de livros digitais. – Lara Souto Santana, mestra em Letras e Milton Carvalho, publicitário e consultor;
  • 15:10 – O Tratado de Marraqueche e o acesso a leitura. – Volmir Raimondi, Presidente da União Latinoamericana de Cegos – ULAC;
  • 15:25 – As bibliotecas Braille e as transformações promovidas pela tecnologia. – Maria Eunice Suares Barboza, bibliotecária responsável pela Biblioteca Braille de Goiânia;
  • 15:40 – Espaço para perguntas;
  • 16:10 – Encerramento.

Faça sua inscrição

Descrição da imagem: imagem retangular em paisagem. No canto superior esquerdo logotipo da Fundação Dorina e ao centro em letras pretas Rede de Leitura Inclusiva. Em destaque ao centro um mapa do estados brasileiros pintados nas cores verde, amarelo e azul. No canto inferior a esquerda legenda do mapa, estados por estágio: em mobilização 2 Acre e Piauí, com grupos de trabalho 7 Rio de Janeiro. Mato Grosso, Pará, Amapá, Maranhão e Ceará, com encontros estaduais realizados 18 Amazonas, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Norte,Paraiba, Pernambuco,Alagoas,Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espirito Santo, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. nNo canto inferior direito logotipo da Rede de Leitura Inclusiva.

Ações Rede de Leitura Inclusiva 2016

Em 2015 chegamos aos 26 Estados brasileiros e mais o Distrito Federal com muita mobilização e diálogo da Rede de Leitura Inclusiva. Respeitando a diversidade das instituições representadas por seus profissionais de leitura, educação e cultura, cada Grupo de Trabalho buscou sua própria vocação de atuação com a leitura inclusiva. Resumindo em números tivemos 210 organizações integrando a rede e mais de 1600 profissionais participando de reuniões, palestras e mini-cursos.  De forma colaborativa nossos integrantes da rede compartilharam suas experiências ministrando oficinas e cursos sobre: leitura inclusiva, tecnologias assistivas, boas práticas de atendimento ao público com deficiência, produção de materiais acessíveis, além de debates e reflexões sobre educação e sociedade inclusiva. Neste primeiro trimestre reforçamos a continuidade do diálogo realizando reuniões para o planejamento de ações para 2016. Você também está convidado a fazer parte dessa rede para isso contate leiturainclusiva@fundacaodorina.org.br. Assista a seguir vídeo sobre a Rede de Leitura Inclusiva – com audiodescrição.

 

 

 

A Rede de Leitura Inclusiva São Paulo Convida a todos a participarem da II jornada Inclusiva

Encontro traz como tema práticas de leitura inclusiva na Educação e na Cultura

No dia 25 agosto acontecerá a segunda edição do encontro Jornada Inclusiva na sede da Fundação Dorina Nowill. O objetivo é incentivar práticas de leitura inclusiva aos profissionais que intermediam essas ações, como professores, educadores, mediadores de leitura, bibliotecários e demais interessados. Para isso o evento contará com apresentações das  experiências de leitura inclusiva da Fundação Dorina Nowill, Sebrae, Diversitas e Colégio Peretz. Na sequencia os participantes poderão vivenciar na prática a construção de atividades de leitura inclusiva.
O evento é gratuito e para participar deve ser feita inscrição por meio do link Clique aqui para inscrição.
Toda a construção do encontro foi realizada pela Rede de Leitura Inclusiva São Paulo – grupo formado por organizações comprometidas com a leitura e a inclusão e que se reúne mensalmente para tratar destas questões.
Esta iniciativa faz parte da Rede Nacional de Leitura Inclusiva que já está em 22 estados e mais o Distrito Federal. Participe da Rede em sua região!

Informações:

II Jornada Inclusiva – 25 de agosto de 2015 das 17h00 – 20h00

Tema: Práticas de Leitura Inclusiva na Educação e na Cultura

Apresentações: Fundação Dorina Nowill para Cegos, Diversitas, Colégio Peretz e Sebrae/Escola de Negócios

Vivência pelos participantes: Práticas de Leitura Inclusiva

Local: Fundação Dorina Nowill/ auditório – Rua Doutor Diogo de Farias, 558, Vila Clementino (próximo ao metrô Santa Cruz)

Contato: perla@fundacaodorina.org.br

Foto em diagonal entrada de um prédio com muro frontal na cor branca, colunas lateral-direita e superior na cor rosa e janela de vidros pretos na lateral esquerda. Na faixada letras de forma de cor branca: instituto dos cegos da Paraíba. Ao fundo copa de arvores sobressaem por cima do muro lateral branco.

Encontro pela leitura Inclusiva em João Pessoa – Paraíba

No dia  08 de maio na cidade de João Pessoa  acontecerá o encontro de mais um Grupo de Trabalho integrante da Rede Nacional de Leitura Inclusiva. O evento  é aberto ao público e tem como anfitrião o Instituto dos Cegos da Paraíba – Adalgisa Cunha que atua a mais de 70 na inclusão de pessoas com deficiência visual.

A proposta do encontro é aproximar organizações de diversos setores, como bibliotecas, professores, projetos e núcleos de acessibilidade e inclusão, secretarias, organizações sociais e de ensino para a partir do diálogo possam propor  ações que incluam a pessoa com deficiência.

São pequenas trocas que abrem um grande de leque de oportunidades inclusivas. Venha fazer parte também e descubra o quanto uma mudança de atitude pode contribuir na promoção da leitura inclusiva.

Informações sobre o encontro:

O que será: Rede de organizações e pessoas que dialogam propostas de ações inclusivas de leitura

Quando: 08/05 – sexta-feira  das 09h00 às 11h00

Onde:  Av. Santa Catarina 396- Bairro dos Estados – João Pessoa

Quem: Instituto dos Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha – (83)3244-7264/ Fundação Dorina Nowill Perla (11) 99860-0929 perla@fundacaodorina.org.br

 

Projeto Tenda Literária leva cultura as praias de Imbituba

“É a biblioteca saindo de suas paredes e indo até à comunidade (…)  quando a cultura acontece em todo lugar estamos mais próximos dessa realidade.” Glaucia Maindra – Bibliotecária

Quem aproveita as praias de Imbituba entre janeiro e fevereiro vai ter mais uma opção de entretenimento e diversão: a Tenda Literária. De iniciativa da Biblioteca Pública Municipal Cônego Itamar Luiz da Costa, da Secretaria de Cultura do Governo de Imbituba, em parceria com a Secretaria de Turismo, o espaço cultural terá livros à disposição e contação de histórias nos fins de tarde de sábado.

A Tenda Literária também é uma oportunidade para artistas e entidades ligadas à cultura apresentarem suas propostas e produtos para moradores e turistas. De acordo com a bibliotecária Glaucia Maindra o projeto é focado no acesso à literatura e ações de leitura. “É a biblioteca saindo de suas paredes e indo até à comunidade. O acesso à cultura precisa ser descentralizado e estabelecer uma relação mais próxima e efetiva com o público, quando a cultura acontece em todo lugar estamos mais próximos dessa realidade. Esta ação pretende oferecer ao imbitubense e ao visitante uma oportunidade de aproveitar o lazer de uma maneira enriquecedora”, afirma.

 Com uma estrutura itinerante a Tenda Literária irá levar informação para as principais praias de Imbituba: Vila, Rosa, Itapirubá e Barra de Ibiraquera. “Escolhemos algumas das praias mais movimentadas e esperamos que os jovens, as famílias e principalmente as crianças aproveitem a oportunidade e conheçam esta proposta cultural. O horário é bastante estendido, das 9h às 19h, permitindo que todos participem”, convida.

Programação Tenda Literária

Livros, leitura, literatura, informação e contação de histórias

10 e 11 de janeiro – Barra da Ibiraquera

24 e 25 de janeiro – Praia de Itapirubá

31 de janeiro e 1 de fevereiro – Praia do Rosa

7 e 8 de fevereiro – Praia da Vila

Horário: das 9h às 19h

Participação livre e gratuita

Informações: https://www.facebook.com/tendaliteraria