Acontece

Chegou ao Brasil o 1º app gratuito para crianças surdas

Chegou ao Brasil o 1º app gratuito para crianças surdas A empresa de tecnologia Huawei lançou na semana passada a versão em português gratuita do aplicativo StorySign, destinada a ajudar crianças surdas com a leitura e a alfabetização. O aplicativo StorySign utiliza o celular para auxiliar a criança durante a leitura, tanto em Língua Brasileira de Sinais (Libras) quanto em Língua Portuguesa. Por enquanto apenas duas obras infantis nacionais foram disponibilizadas: Gildo, de Silvana Rando, e A Festa Encrencada, de Sônia Junqueira. Exemplares físicos dessas obras também serão doadas pela Huawei a entidades selecionadas pela Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis). Por meio de um sistema de sensores acoplados ao corpo, um tradutor de Libras interage com as câmeras e, aos poucos, vai dando vida ao aplicativo e à personagem virtual, Star. O aplicativo StorySign é gratuito e funciona em smartphones e tablets, com suporte a iOS e Android. Está disponível na Huawei AppGallery, App Store ou Google Play Store. Assista ao video postado pelo jornal O Estado de São Paulo sobre o assunto pelo link https: //youtu.be/X7yyPRO6q9I

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1º Encontro de Leitura Inclusiva: Disseminando informações sobre acessibilidade

A Rede de Leitura Inclusiva de Araguaína convida a todos os interessados a estarem reunidos em encontro gratuito sobre o acesso ao livro e a leitura para a diversidade de públicos em especial para as pessoas com deficiência. O evento acontecerá no dia 29 de novembro no auditório do ITPAC e na Escola Modelo, tendo como público alvo estudantes de licenciatura, professores, bibliotecários e profissionais engajados com a causa da leitura e acessibilidade. Confira a programação e se inscreva preenchendo o formulário: Clique aqui para se inscrever Programação Período Vespertino 13:30 às 17:00 LOCAL: AUDITÓRIO DO ITPAC – Abertura e Apresentações Culturais – Conhecendo a Rede de Leitura Inclusiva – Perla Assunção – Fundação Dorina Nowill – LIBRAS e a Leitura Inclusiva para Surdos – Roselba Gomes de Miranda e Ester Fernandes Nunes – UFT – Leitura Indígena – Amaré Gonçalves Brito – DREA – Mesa Redonda: Difundindo práticas de leitura inclusiva. Período Noturno 19:00 às 22:00 LOCAL: ESCOLA ESTADUAL MODELO Oficina 1: LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais Instrutores de Libras: Mariana Ferreira Albuquerque, Pedrina Lucia Lima Gomes Barros Tiago Soares de Abreu – SEMED Oficina 02: Leitura e Escrita Braille Professor Júnior Rodrigues Lopes – Coordenador de Inclusão da Escola Estadual Modelo Oficina 03: Produção e adaptação de atividades escolares em relevo e em Braille. Equipe NAPDVA/Núcleo de Apoio Pedagógico aos Deficientes Visuais de Araguaína – TO. Oficina 04: Práticas de Leitura Inclusiva Perla Assunção – Fundação Dorina Nowill Oficina 05: Orientação e Mobilidade Professora Madalena – Coordenadora NAPDVA Oficina 06: Leitura Indígena Adriano Dias Gomes Karaja – Laboratório de Línguas Indígenas/UFT Observações: 1. No momento da inscrição deve-se informar a oficina em que cada convidado deseja participar no período noturno. 2. A Fundação Dorina Nowill para Cegos (São Paulo/SP) estará emitindo o Certificado do 1º. Encontro sobre Leitura Inclusiva com uma carga horária de 10 horas. 3. A Programação está sujeita à alterações.

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Destaques

I Olimpíada de Leitura no Colégio Vicentino Padre Chico

Atenção! “Ler devia ser proibido. Ler não é nada bom. A leitura nos torna incapazes de suportar a realidade. Tira o homem de sua vida pacata e o transporta a lugares nada convencionais… Para a criança o perigo é ainda maior: ela pode crescer inconformada com os problemas do mundo e querer até mudá-lo… Ler pode estimular a criatividade, pode  tornar o homem mais consciente… CUIDADO! Ler pode tornar as pessoas perigosamente mais humanas!!!” Paulo Freire Se ler pode ter todas essas consequências desastrosas, é ótimo! Queremos nossos alunos em lugares nada convencionais, agentes de transformação da sua história e da história do mundo, criativos,  conscientes e perigosamente mais humanos. Para chegar  a esse resultado, o Colégio Vicentino Padre Chico já teve muitos Concursos de Leitura mas em 2016, aproveitando o Ano Olímpico para o esporte, promoveu  a I Olimpíada de Leitura. Tivemos eliminatórias nas salas de aula. Os vencedores das salas de aula foram para a semifinal de onde saíram 12 finalistas (6 alunos do ensino fundamental I e 6 alunos do ensino fundamental II). Dia 28 de setembro aconteceu a final no Espaço Sensorial do colégio, à sombra de uma frondosa mangueira, ao som do canto de pássaros, com a presença de toda a comunidade educativa, e dos convidados:   Izete Malaquias da Silva (SENAC Tiradentes), Carlos Alexandre Campos (Fundação Memorial da América Latina), Martinho Fernandes (Bladex Representação Ltda.), que compuseram o júri. Fundação Dorina Nowill  enviou representantes: Angelita Garcia , Millene Fernandes e Renata Lopes de Serviços de Apoio a Inclusão. Os 7 vencedores receberam livros doados pela  Fundação Dorina Nowill e ingressos de cinema doados por Bladex Representações Ltda. e Rádio Jovem  Pan. Parabéns a todos os participantes e aos vencedores: Bernardo Canuto Giandoso – 3º ano Leonardo Nunes Dantas da Silva – 4º ano Luis Gustavo Araújo dos Santos – 4º ano Kleiton Rodrigo Santos Sousa – 5º ano Nicolas Marques Borche – 6º ano Mell Garcia Vilar Rodrigues – 7º ano Henry Lucca Dias Macario – 8º ano

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Carta de Esclarecimento Fundação Dorina

São Paulo, 01 de novembro de 2016 Carta de Esclarecimento Diante das manifestações que têm sido divulgadas sobre a Lei Brasileira da Inclusão – LBI, Tratado de Marrakesh, o papel das instituições e o direito aos livros para pessoas com deficiência visual, feitas por meio de Carta Aberta, Petição e Áudios, a Fundação Dorina Nowill para Cegos vem informar seu posicionamento e esclarecer possíveis dúvidas. Nós da Fundação Dorina apoiamos o Tratado de Marrakesh por ser um documento legítimo que corresponde aos anseios das pessoas com deficiência uma vez que foi construído pela mobilização de pessoas com deficiência e organizações de diversos países. Ao permitir o intercâmbio de obras entre fronteiras, o documento contribui para ampliar o acesso das pessoas com deficiência visual aos livros acessíveis ainda tão escassos frente à produção do mercado editorial. Sobre a Lei Brasileira da Inclusão – LBI, entendemos que é uma grande conquista das pessoas com deficiência, elaborada com ampla participação pública de pessoas e representantes de pessoas com deficiência e da sociedade civil. Não temos conhecimento de nenhum movimento do Governo Federal para a regulamentação dos artigos 42 e 68. Mesmo que isto venha a ocorrer, não significa a restrição ao acesso a obras ou imposição de um padrão único de formato de livro acessível. Incentivamos e reforçamos a importância da disponibilidade de livros e diversidade de formatos e por isso atuamos há décadas com a produção e distribuição de livros em áudio, braille, fonte ampliada, tinta e braille, digital acessível, buscando a acessibilidade plena nos materiais desenvolvidos, respeitando os interesses da pessoa com deficiência visual.   Abaixo, algumas perguntas e respostas para ampliar o entendimento sobre o assunto. – O que é o Tratado de Marrakesh? É um tratado internacional que facilita o acesso à leitura para as pessoas com deficiência visual ou com outras dificuldades para acessar o texto impresso. O documento foi assinado em 2013 e, por ter sido ratificado por mais de 20 países, entrou em vigor em setembro de 2016.   – Como o Tratado de Marrakesh contribui para a obtenção do livro acessível no Brasil? De duas maneiras: a) permite a produção e distribuição de obras em formato acessível sem o pagamento de direitos autorais. A Lei Brasileira de Direitos Autorais (Lei 9.610/98) já permitia esta produção para pessoas com deficiência visual e o Tratado estende o direito ao acesso a estas obras também às pessoas com dificuldades de leitura do livro impresso em tinta; b) permite o intercâmbio das obras nos formatos acessíveis entre os países participantes, ampliando o acervo disponível e otimizando os esforços de produção, pois evita a duplicação de títulos.   – O Tratado de Marrakesh interfere no direito das pessoas com deficiência de comprarem livros acessíveis? O Tratado de Marrakesh não compromete ou impede a compra do livro acessível pela pessoa com deficiência e não interfere nas relações comerciais.   – O

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Sua instituição com acervo acessível!

A Fundação Dorina está em plena campanha de cadastramento e recadastramentro das organizações para o recebimento dos livros acessíveis pelos correios e/ou por download! Os livros acessíveis nos formatos: braile, falado, digital acessível daisy, fonte ampliada e tinta-braille são produzidos e disponibilizados para download ou enviados pelos corrreios conforme cada o projeto apoiado por incentivo fiscal e patrocinadores. Siga os passos abaixo: 1. Acesse o site www.dorinateca.http://www.dorinateca.org.br 2. Selecione CADASTRAR-SE 3. No campo “Tipo de Cadastro” selecione PESSOA JURÍDICA e ENVIAR 4. Preencha todos os dados e ao final ENVIAR (sugerimos que o e-mail de login seja institucional) 5. Acesse o e-mail e confirme o pré-cadastro pelo link recebido automaticamente (caso não encontre, verifique em spam/lixo eletrônico) 6. Aguarde a validação final pela equipe Dorinateca Pessoas físicas também podem se cadastrar para o acervo da Dorinateca, basta selecionar a opção PESSOA FÍSICA no campo “Tipo de Cadastro” e seguir as instruções. Lembramos que pessoas físicas sem deficiência visual, terão acesso somente aos livros de domínio público. O Regulamento está disponível no menu AJUDA As organizações que se cadastrarem ou recadastrarem até 30 de novembro ganham um mês de download ilimitado do acervo da Dorinateca. O mais importante é ter e disponibilizar seu acervo acessível, e principalmente promover a leitura inclusiva! Para mais informações entrar em contato [email protected]

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Seminário sobre Acesso à Leitura da TECNOBLIND

Faça sua inscrição   Surgida no ano 280 a.C., a biblioteca de Alexandria resistiu, durante 7 séculos, aos saques, às  invasões e incêndios. Os homens de letras e de ciências daquela época reuniram, em um só espaço, o maior acervo cultural da antiguidade. Aquela enorme quantidade de papiro e pergaminho foi fonte instigadora de conhecimento e emoções que propulcionou a evolução da humanidade. Nos nossos dias vemos o aperfeiçoamento dos ideais dos comtemporâneos de Platão sendo concretizados por meio da digitalização dos acervos das grandes bibliotecas mundiais, a produção bibliográfica sendo comercializada ao mesmo tempo em papel e eeletronicamente, somada ao desenvolvimento de plataformas de armazenamento nas nuvens e os potentes motores de busca. As pessoas com deficiência visual, entretanto, se deparam com diversas barreiras de acessibilidade no que tange à essa inesgotável fonte de informação, qual seja, o livro. Assim como os papiros precisavam ser desenrolados para serem lidos, o livro digital precisa ser acessado por meio de leitores de telas usados pelas pessoas com deficiência visual. Desde a mais tenra idade, a criança cega já entra em contato com as limitações decorrentes da falta de acessibilidade em materiais didáticos e de lazer. A produção de uma obra no sistema Braille, a título de exemplo, é cara e laboriosa. As tecnologias digitais tem facilitado o acesso à leitura pelas pessoas com deficiência visual, todavia ainda existem muitos embaraços a serem debelados e, nesse contexto, as discussões são pertinentes e engrandecem a construção da acessibilidade na leitura. Nessa perspectiva, a Tecnoblind realizará, no dia 26/11/2016, às 14h30, o I Seminário on-line sobre Acesso à Leitura. A interação ocorrerá por meio do Teamtalk e o evento contará com importantes nomes do cenário nacional concernente ao assunto em tela. As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas. Confira a programação. 26/11/2016 – 14h30 14:30 – Breve abertura; 14:40 – A história da digitalização de obras na construção da acessibilidade digital à leitura. – Virgínia Vendramini, professora, poetisa, escultora e tapeceira artística; 14:55 – A compra e os formatos de livros digitais. – Lara Souto Santana, mestra em Letras e Milton Carvalho, publicitário e consultor; 15:10 – O Tratado de Marraqueche e o acesso a leitura. – Volmir Raimondi, Presidente da União Latinoamericana de Cegos – ULAC; 15:25 – As bibliotecas Braille e as transformações promovidas pela tecnologia. – Maria Eunice Suares Barboza, bibliotecária responsável pela Biblioteca Braille de Goiânia; 15:40 – Espaço para perguntas; 16:10 – Encerramento. Faça sua inscrição

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REDE DE LEITURA INCLUSIVA GT-RS POA

Profª Drª Lizandra Brasil Estabel Profª Drª Eliane Lourdes da Silva Moro Uma rede significa vários pontos unidos e interligados formando uma teia. Pensando em pessoas, Castells (2000) conceitua que redes são estruturas sociais, em um sistema aberto, que integram nós que se comunicam nessa teia, compartilhando os mesmos códigos de comunicação. A tessitura da Rede Nacional de Leitura Inclusiva, suas perspectivas e desafios, iniciou no mês de junho de 2016, em São Paulo, no encontro promovido pela Fundação Dorina Nowill quando foi criada a Rede de Leitura Inclusiva GT-RS POA construindo seus primeiros passos e vencendo desafios no acesso à cultura por pessoas com deficiência, estimulando a leitura inclusiva por meio de mediadores de leitura para todos. Tecendo a rede na FDN em São Paulo Na imagem a Profª Lizandra Estabel, a bibliotecária Marília Pereira, a bibliotecária Ana Lucia Leite e a profª Eliane Moro. Um dos destaques de eventos programados foi o I Encontro de Leitura Inclusiva, realizado em Porto Alegre, no dia 25 agosto do corrente. Organizado pelo Grupo Interinstitucional de Pesquisa LEIA: leitura, informação e acessibilidade, do IFRS e da UFRGS, foi uma iniciativa da Rede de Leitura Inclusiva no Rio Grande do Sul (GT-RS POA), com apoio do Conselho Regional de Biblioteconomia (CRB10), do Conselho Municipal do Livro e da Leitura, entre outras instituições, a partir de uma parceria com a Fundação Dorina Nowill (FDN), de São Paulo, que contou com a presença de Perla Assunção, representante da FDN. O encontro teve como objetivo servir de chamamento para que a sociedade e as Instituições que recebem acervos da FDN unam-se ao GT-RS POA na construção de uma grande rede de ações em prol das pessoas com deficiência para acesso ao livro, leitura, literatura e bibliotecas e um estímulo para que desenvolvam ações de inclusão. Estudantes dos Cursos de Biblioteconomia (FABICO/UFRGS) e Técnico em Biblioteconomia (IFRS), estudantes de outros cursos e Instituições, bibliotecários, técnicos em Biblioteconomia, professores, mediadores de leitura, pessoas com deficiência, representantes de Instituições parceiras e comunidade em geral, puderam assistir palestras, na parte da manhã e participar de oficinas, no turno da tarde. Público participante no Evento Na imagem o público de aproximadamente 200 pessoas assiste a palestra sobre audiodescrição com Mariana Baierle e, ao seu lado, interprete de LIBRAS. A mesa de abertura do encontro, no início da manhã, contou com a presença do Diretor Geral do IFRS – Campus Porto Alegre, Marcelo Schmitt, da representante da Fundação DorinaNowill, Perla Assunção; do Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia (CRB10), Alexsander Ribeiro; do Chefe Substituto do Departamento de Ciências da Informação da FABICO/UFRGS, Valdir José Morigi; do Coordenador do Curso de Biblioteconomia da FABICO/UFRGS, Rodrigo Silva Caxias de Sousa; e da Coordenadora do Curso Técnico em Biblioteconomia do IFRS – Campus Porto Alegre, professora Lizandra Brasil Estabel. Palestra de Perla Assunção representante da FDN Após a abertura oficial, iniciaram as palestras, que abordando

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GT de Goiás na Biblioteca Braille

Mais um pouco do que foi a contação de estórias na Biblioteca Braille José Álvares de Azevedo! Muita animação e conhecimento par as crianças, em comemoração ao seu dia! https://www.facebook.com/bibliotecabraille.josealvaresdeazevedo/videos/vb.100006048032453/1811791115699139/?type=3&theater

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Ações do GT de Goiás

Graças à parceria Biblioteca Braille “José Álvares de Azevedo”, Centro de Apoio às Pessoas com Deficiência Visual – SEDUCE–GO e a nova parceira: UFG / Curso de biblioteconomia / estágio supervisionado, realizamos mais um evento da  Rede de Leitura Inclusiva. Prevista para o mês de setembro, a atividade foi realizada no dia 11 de outubro passado e com a participação de 28 pessoas, incluindo crianças, professores, estudantes de biblioteconomia e mães. A atividade proporcionou um extraordinário momento de inclusão e incentivo ao contato físico com o livro. As crianças passaram pelo espaço infantil da biblioteca, se deliciaram com as ilustrações e interagiram  mostrando sua capacidade de leitura no sistema Braille. Antes de ouvir a estória, “Depressa, Franklin”, de Paulette Bourgeois e Brenda Clark as crianças presenciaram um acontecimento mágico. Elas puderam tocar em uma tartaruga de verdade trazida pela estagiária de biblioteconomia, Sandra Lúcia que no decorrer da estória ia se reportando às características do encantador animalzinho! Maria Eunice Suares Barboza 19 de outubro de 2016

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Dia 25 de outubro I Encontro de Leitura para Todos em São José do Rio Preto

Há pouco mais de um mês nos reunimos pela primeira vez para pensar como seria a formação de uma Rede de Leitura Inclusiva em São José do Rio Preto. E  foi a partir desse diálogo que demos o pontapé inicial com a construção do I Encontro de Leitura para Todos, que acontecerá no dia 25 de outubro. A proposta é apresentar e experimentar formas de trabalhar a leitura com pessoas que tenham deficiências, seja ela visual, auditiva, intelectual ou autismo. Essa é uma primeira abordagem na perspectiva de apresentar os livros e seus formatos acessíveis, as atitudes e recursos que propiciam a inclusão da pessoa com deficiência ao universo da leitura. Teremos um dia inteiro de atividades com intervenções culturais, ciclos de palestras e mini oficinas que acontecerão na sede do Instituto Riopretense de Cegos. O evento é gratuito  e há limite de vagas, para participar preencha inscrição: Clique aqui para participar Contate: (17) 3355 -5000 Instituto Riopretense de Cegos Local do evento: Rua Cléo de Oliveiro Roma, 200, Jd Morumbi. Horário: 8h00 às 17h00 (almoço no local) Programação: Manhã  das 8h00 -13h00: Intervenção cultural e ciclo de palestras sobre: O livro e a leitura para as pessoas com deficiência:  visual, auditiva, intelectual e autismo. Tarde  das 14h00 às 17h00: Ciclo de oficinas: Leitura inclusiva, Contação de Histórias e Orientação e Mobilidade Apresentação cultural

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Acessibilidade: A Literatura como direito para todos

O acesso à literatura é direito de todos, e é por meio dela que a capacidade criativa, inventiva, a sensibilidade, a informação e a imaginação são estimuladas como formas de comunicação intersubjetiva, de expressão do ser humano e do acesso ao conhecimento construídos pela humanidade. Assim, partindo do pressuposto de que a promoção da acessibilidade atua como um empenho de se fazer valer o direito humano à cultura e à educação, bibliotecas brasileiras têm investido na educação e na inclusão de todos os membros da sociedade, com a promulgação de iniciativas e atitudes para que todos alcancem os livros nas bibliotecas. Mesa-redonda do Círculo das Letras, Belo Horizonte, MG  

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Projeto “Ciranda Brailendo”

O Projeto “Ciranda Brailendo”, nasceu após uma visita ao Setor Braille da Bibliotea Pública Epifânio Dórea, realizadas pelas técnicas do núcleo de deficiência visual: Luciene dos Santos e Maria Genísia dos Santos da Divisão de Educação Especial/ SEED/DIEESP. Fomos recebidas pelo responsável do Setor Braille, Edvaldo S. dos Anjos, e a Tatiana Santos Silva que ajudava de forma voluntária a catalogar o acervo. Com muita simpatia eles nos mostraram o acervo em Braille, bem como uma coleção de contos infantis que achamos bastante interessante, pois a mesma vinha com uma canetinha (PENTOP) que realizava a audiodiscrição das imagens. Que fantástico nossas crianças cegas iriam ficar fascinadas! Em meio a tantas novidades, nos surgiu naquele momento um “insight ”- de organizarmos uma “Ciranda de leitura em Braille”. Deixamos já agendado para retomarmos com as idéias amadurecidas sobre a ciranda. Chegado o dia do nosso encontro já estávamos com o projeto intitulado: “Ciranda Braillendo”, que tinha como púbico alvo: professores da rede pública estadual e municipal e pessoas com deficiência visual com conhecimento do código Braille. O objetivo geral da Ciranda era desenvolver a prática da leitura e da escrita do código Braille. Tinha como objetivo específico divulgar o Setor Braille e conseqüentemente o Código Braille. Estaria à frente do projeto as duas técnicas da DIEESP e os representantes do Setor Braille da Biblioteca Pública Epifânio Dória. Definimos ainda que o encontro da Ciranda Braillendo, seria uma vez ao mês nas últimas terças feiras, durante 6 (seis meses); fechando o I módulo. Foi pensando 1 (um) ano de projeto, somente II módulos.  O projeto teve início ano de 2014 e devido a empolgação dos envolvidos, bem como o desenvolvimento de cada um a Ciranda braillendo completou 3 (três anos ) de existência, sendo acrescido mais dois módulos concluindo em setembro 2016. Quanto à metodologia desenvolvida, buscávamos a mais diversificada; leitura e transcrição de: Cordéis, músicas, poemas e contos; utilizando o acervo do Setor Braille. Através do projeto foi despertado o desejo de retornar aos estudos um dos componentes que pouco saia de casa e outro que resolver fazer o ENEM tendo êxito e hoje é graduando em Geografia. Concluímos o Projeto “Ciranda braillendo” com um sentimento de que fizemos nossa parte, embora, reconhecemos que muito se tem a fazer em prol de uma sociedade menos excludente. Utilizamos a metáfora do “beija flor” citada pelo sociólogo Betinho: “Houve um incêndio na floresta…, o pequeno beija- flor ia do rio para o incêndio com gotículas de água em seu bico, na tentativa de apagar. Quando foi indagado se iria resolver – Ele respondeu: Estou fazendo a minha parte”.

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“Não basta só fazer também é preciso comunicar” essa é uma tarefa feita pelo GT de Palmas

O diálogo que acontece nos GT’s tem cada vez mais municiado as instituições para práticas mais inclusivas. E isso envolve mais do que a realização das atividades em si, passando também por construir a memória de como isso tem sido feito. Nesta manhã de 30 de setembro estivemos reunidos no Instituto Federal do Tocantins  numa conversa empolgante sobre como as instituições parceiras tem sistematizado os conhecimentos adquiridos em grupo e disponibilizado em seus canais de comunicação. A Secretaria de Estadual de Educação, por exemplo, tem uma página dedicada a Leitura Inclusiva com dicas de onde livros encontrar nos formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual e auditiva. Além disso, também traz dicas para estudo sobre o tema por meio de links de sites, filmes e bibliografia. Para conferir  acesse o link: http://seduc.to.gov.br/programas-e-projetos/programas/programa-vamos-ler/leitura-inclusiva/ Já a Ulbra – Universidade… criou em seu site uma página dedicada a contar sobre os encontros e ações entre os parceiros da rede de leitura Inclusiva. O site inclui ainda acessibilidade, com ampliação, contraste e tradução em libras este último por meio do aplicativo Hand Talk. Acesse em:  http://ulbra-to.br/alteridade Estas iniciativas mostram as diversas oportunidades presentes no trabalho em rede, que pode se dar tanto para o aperfeiçoamento institucional como também para a realização de ações conjuntas com mais força e vozes. Quer saber como fazer parte de tudo isso? Procure o articulador local – Biblioteca Darcy Cardeal. Imagem: Ao centro mesa de reunião com pessoas ao redor pousando para a foto. São 9 mulheres, algumas sentadas outras em pé. Ao fundo uma projeção de slide na parede de cor branca.

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Novo GT na Rede de Leitura Inclusiva: Araguaína no Tocantins se junta aos parceiros

A cidade de Araguaína fica há 385 quilômetros da capital de do estado do Tocantins e também terá um grupo atuando pela leitura e inclusão. Na última quinta-feira – 29 de setembro – os representantes das secretarias estadual e municipal de educação, da escola modelo, da Biblioteca Pública do município e do Instituto Federal do Tocantins/Campus Araguaína se reuniram para dar inicio a mobilização de uma rede local. Estes profissionais engajados já planejam os próximos passos para disseminar informações sobre acessibilidade e leitura. Há previsão é que nos próximos meses haja um evento aberto aos estudantes de licenciatura, professores e bibliotecários. Para fazer parte dessa iniciativa procure o articulador local – o núcleo de apoio pedagógico especializado do município. Imagem: Grupo de 14 pessoas sorriem pousando para a foto. Elas estão posicionadas em semicírculo. Algumas delas seguram um objeto de cor amarela. Ao fundo duas grandes janelas de vidro.

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O Tratado de Marraqueche entra em vigor hoje!

Bom dia amigos! Hoje, dia mais que especial para o seguimento da Pessoa com deficiência visual. Abaixo, segue uma tradução livre que efetuei da nota emitida pela União Latino-americana de Cegos (ULAC) sobre o Tratado de Marrakesh. Nesse 30 de setembro entra em vigência o Tratado de Marrakech, um instrumento que mediante algumas exceções aos direitos autorais, permitirá o intercâmbio internacional de obras em formatos acessíveis que ampliará substancialmente o acesso a informação e a cultura para as pessoas cegas e com baixa visão de todo o mundo. Esse tratado é o primeiro instrumento da Organização Mundial de Propriedade Intelectual voltado ao nosso coletivo. Sua entrada em vigência constitui um passo a mais na promoção dos direitos humanos das pessoas com deficiência. A Union Latinoamericana de Ciegos (ULAC) protagonizou junto a outras organizações internacionais a nível regional e mundial uma campanha, a fim de alcançar a adoção desse tratado, o qual beneficia também as demais pessoas que possuem dificuldades para acessar o texto impresso. Das 20 ratificações necessárias para que o tratado fosse efetivado, 10 foram aportadas por países da América Latina. Isso se deu pelo compromisso e intensa atuação dos dirigentes de toda região, suas organizações nacionais, dos líderes da ULAC e de inúmeras pessoas anônimas que compreenderam o sentido dessa luta pelo acesso a informação e cultura. A ULAC incentiva as entidades produtoras de livros em formatos acessíveis da América Latina a empregarem esse instrumento de forma efetiva a partir de 30 de setembro, dessa forma gerando mais oportunidades de leitura de livros em braille ou em outros formatos acessíveis. Agora, é o momento de colocar em prática o Tratado de Marrakech, mediante o estabelecimento e fortalecimento de redes de intercâmbio, os acordos com editores, e câmaras de autores ou editores, a participação de organismos públicos competentes e qualquer outro autor que possa contribuir com a melhor implementação dessa ferramenta. Apenas os 10 dos 19 países que compõem a América Latina poderão aplicar o Tratado a partir dessa sexta-feira 30 de setembro. As pessoas com deficiência visual dos outros 9 países, deverão aguardar que seus países / Estados ratifiquem o Tratado de Marrakech. É nesse sentido, que a ULAC, juntamente com suas organizações afiliadas e outros parceiros, continuará atuando com a mesma força e compromisso para possibilitar que essa ferramenta esteja disponível em toda a região, por tratar-se de uma das chaves fundamentais para alcançar uma real e efetiva inclusão social. A Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a Agenda 2030, e o Tratado de Marrakech, são conquistas que demostram com contundência que nosso protagonismo faz a diferença! Tradução Livre por Beto Pereira da nota emitida pela ULAC em 29 de setembro. https://www.facebook.com/beto.pereira.900/posts/1104790662931210    

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Projeto Mudando a Narrativa – Rio de Janeiro, RJ

A Rede de Leitura Inclusiva participou do projeto Mudando a Narrativa, com a presença de representantes do GT Rio de Janeiro e com a consultoria da Fundação Dorina na construção do modelo de leitura para todos, proposta pelo projeto que promove também ações de incentivo à leitura acessíveis nas Bibliotecas públicas municipais e envolve pessoas com deficiência em todo processo de realização e fruição.

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Exibição de filme e debate – Rio de Janeiro, RJ

Em clima de Paralimpíadas, o Movimento Paratodos, participante ativo do GT RJ, promoveu a apresentação do Filme “Paratodos – Superação é só o começo dessa historia”, seguido de um debate mediado por Ciça Melo – Movimento Paratodos, com Dr. Robson Luis de Bem – ABBR e Ana Paula Silva – Fundação Dorina Nowill. O evento gratuito foi realizado do Midrash Centro Cultural com a presença de pessoas que se engajaram no tema e propõe uma sociedade mais inclusiva.

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Reunião na Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação – Rio de Janeiro, RJ

O GT Rio de Janeiro promoveu uma reunião na ABBR – Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação para articulação e construção de ações conjuntas para consolidação da Rede de Leitura Inclusiva local. Estiveram presentes representantes da Secretaria de Cultura – Superintendência do Livro e Leitura, IHA – Instituto Helena Antipoff, Movimento Down, Insituto Leca, Movimento Paratodos, ABBR – Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação e Fundação Dorina.

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Piauí realiza o seu primeiro Encontro da Rede de Leitura Inclusiva

I Encontro Piauiense da Rede de Leitura Inclusiva deu o passo inicial para grandes ações prol da acessibilidade no Estado, promovido pelo GT Piauí. Dia 21 de setembro, representantes da Universidade Federal do Piau (UFPI), Associação de Cegos do Piauí (ACEP), Secretaria Estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência (SEID), Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (COMAD), Instituto Comrádio e Fundação Dorina ampliaram as discussões sobre inclusão e compartilharam oportunidades que farão parte nas ações futuras das organizações presentes e dos participantes das que foram convidados a darem continuidade.

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II Encontro de Bibliotecas Públicas do Pará e III Encontro de Contação de História da Amazônia

A fim de somar esforços no fomento à leitura a Rede de Leitura Inclusiva do Pará integrou o II Encontro de Bibliotecas Públicas do Pará e III Encontro de Contação de História da Amazônia. O evento aconteceu em Belém entre 19 e 21 de setembro com a presença de mais de 500 participantes vindos de todo o Estado, entre eles profissionais da leitura, estudantes, poetas, contadores de história e frequentadores das bibliotecas do Pará. A perspectiva é que mais parceiros intermediários do livro e da leitura conheçam mais a respeito da leitura inclusiva bem como envolva de forma efetiva o público com deficiência em suas atividades, conforme depoimento da diretora Socorro Baia da Biblioteca Pública Municipal Avertano Rocha.

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III Encontro GT Amazonas realizado em Parintins no Amazonas

Cerca de 150 profissionais de Parintins e municípios da região se reuniram  para trocar experiências, conhecimento técnico e práticas sobre inclusão. Foram dois dias intensos com exposição de diversas temáticas, apresentações culturais e ainda um exercício de elaboração de projetos de Leitura Inclusiva em escolas. O evento aconteceu entre 14 e 15 de setembro no auditório Dom Arcângelo Cerqua e contou também com apresentações sobre: materiais acessíveis, tecnologias assistivas, audiodescrição, ensino colaborativo entre outras temáticas. Vários encontros sobre leitura e inclusão vêm acontecendo durante todo o ano e para fazer parte dessas ações em Manaus ou Parintins contate nosso parceiro local a Biblioteca Pública Estadual  ou a Fundação Dorina.

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