Acontece

Descrição da imagem: banner virtual na cor azul com o texto "2º Encontro Nacional da Rede de Leitura Inclusiva". Nas extremidades há pontos coloridos interligados.
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Ler, incluir e transformar: quando os nós em rede se conectam e promovem a leitura para todos

Há 73 anos atrás, nascia um sonho em páginas brancas cheias de pontinhos. Ele foi crescendo e se transformando em sons e em tecnologias. Em 2019, ele já é uma realidade e congrega muitos outros sonhadores pelo Brasil, conectados pela Rede Nacional de Leitura Inclusiva. Para conhecer mais sobre essa história, a Fundação Dorina Nowill para Cegos realiza o  2º Encontro Nacional de Leitura Inclusiva, reunindo os parceiros promotores da leitura das cinco regiões brasileiras que participam deste projeto iniciado em  2013. O evento é gratuito, acontece entre os dias 7 e 9 de agosto em São Paulo e traz em sua programação o lançamento da pesquisa Cenários sobre a Leitura Acessível no Brasil, desenvolvida junto com o Instituto Data Folha, além de painéis inspiradores sobre leitura inclusiva em diferentes territórios e conversas com escritores convidados. A programação aberta ao público será no dia 9 de agosto e terá a presença do ator e escritor Lázaro Ramos numa manhã de “Conversas sobre os meus livros” com editores, bibliotecários, educadores e leitores. Participe! Contamos com a sua participação neste diálogo! Clique AQUI  para se inscrever. As vagas são limitadas! Programação: – Abertura poética com Kiara Terra Kiara é escritora e contadora de histórias, criou o método de narração chamado A História Aberta, que são narrativas colaborativas que estimulam a participação do público. – Apresentação da Rede Nacional de Leitura Inclusiva Uma sociedade inclusiva em construção, com Angelita Garcia e Perla Assunção, da Fundação Dorina Nowill para Cegos. – Painel 1: Gente que põe a Leitura Inclusiva na Agenda Pública Experiências das Redes de Leitura Inclusiva de Sergipe, com Maria Caitana Lima Mota; e Santa Maria (RS), com Maria Esther Gomes de Souza. – Painel 2: Gente que faz histórias e livros inclusivos “Nega Lilu”, editora goiana que já nasce inclusiva, apresentada pela sua criadora, Larissa Mundim. – Painel 3: Gente que escreve pra gente, que adora ler! Bate-papo com o ator e escritor Lázaro Ramos e parceiros das Redes de Leitura Inclusiva do Acre (Héliton Nascimento) e da Bahia (Ednilson Sacramento) Onde: Hotel Radisson Paulista. Alameda Santos, 85, Paraíso. Quando: 9 de agosto de 2019, sexta-feira, das 8h30 às 12h. Acessibilidade: O evento contará com intérpretes de Libras e audiodescritores.

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Projeto “Ciranda Brailendo”

O Projeto “Ciranda Brailendo”, nasceu após uma visita ao Setor Braille da Bibliotea Pública Epifânio Dórea, realizadas pelas técnicas do núcleo de deficiência visual: Luciene dos Santos e Maria Genísia dos Santos da Divisão de Educação Especial/ SEED/DIEESP. Fomos recebidas pelo responsável do Setor Braille, Edvaldo S. dos Anjos, e a Tatiana Santos Silva que ajudava de forma voluntária a catalogar o acervo. Com muita simpatia eles nos mostraram o acervo em Braille, bem como uma coleção de contos infantis que achamos bastante interessante, pois a mesma vinha com uma canetinha (PENTOP) que realizava a audiodiscrição das imagens. Que fantástico nossas crianças cegas iriam ficar fascinadas! Em meio a tantas novidades, nos surgiu naquele momento um “insight ”- de organizarmos uma “Ciranda de leitura em Braille”. Deixamos já agendado para retomarmos com as idéias amadurecidas sobre a ciranda. Chegado o dia do nosso encontro já estávamos com o projeto intitulado: “Ciranda Braillendo”, que tinha como púbico alvo: professores da rede pública estadual e municipal e pessoas com deficiência visual com conhecimento do código Braille. O objetivo geral da Ciranda era desenvolver a prática da leitura e da escrita do código Braille. Tinha como objetivo específico divulgar o Setor Braille e conseqüentemente o Código Braille. Estaria à frente do projeto as duas técnicas da DIEESP e os representantes do Setor Braille da Biblioteca Pública Epifânio Dória. Definimos ainda que o encontro da Ciranda Braillendo, seria uma vez ao mês nas últimas terças feiras, durante 6 (seis meses); fechando o I módulo. Foi pensando 1 (um) ano de projeto, somente II módulos.  O projeto teve início ano de 2014 e devido a empolgação dos envolvidos, bem como o desenvolvimento de cada um a Ciranda braillendo completou 3 (três anos ) de existência, sendo acrescido mais dois módulos concluindo em setembro 2016. Quanto à metodologia desenvolvida, buscávamos a mais diversificada; leitura e transcrição de: Cordéis, músicas, poemas e contos; utilizando o acervo do Setor Braille. Através do projeto foi despertado o desejo de retornar aos estudos um dos componentes que pouco saia de casa e outro que resolver fazer o ENEM tendo êxito e hoje é graduando em Geografia. Concluímos o Projeto “Ciranda braillendo” com um sentimento de que fizemos nossa parte, embora, reconhecemos que muito se tem a fazer em prol de uma sociedade menos excludente. Utilizamos a metáfora do “beija flor” citada pelo sociólogo Betinho: “Houve um incêndio na floresta…, o pequeno beija- flor ia do rio para o incêndio com gotículas de água em seu bico, na tentativa de apagar. Quando foi indagado se iria resolver – Ele respondeu: Estou fazendo a minha parte”.

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“Não basta só fazer também é preciso comunicar” essa é uma tarefa feita pelo GT de Palmas

O diálogo que acontece nos GT’s tem cada vez mais municiado as instituições para práticas mais inclusivas. E isso envolve mais do que a realização das atividades em si, passando também por construir a memória de como isso tem sido feito. Nesta manhã de 30 de setembro estivemos reunidos no Instituto Federal do Tocantins  numa conversa empolgante sobre como as instituições parceiras tem sistematizado os conhecimentos adquiridos em grupo e disponibilizado em seus canais de comunicação. A Secretaria de Estadual de Educação, por exemplo, tem uma página dedicada a Leitura Inclusiva com dicas de onde livros encontrar nos formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual e auditiva. Além disso, também traz dicas para estudo sobre o tema por meio de links de sites, filmes e bibliografia. Para conferir  acesse o link: http://seduc.to.gov.br/programas-e-projetos/programas/programa-vamos-ler/leitura-inclusiva/ Já a Ulbra – Universidade… criou em seu site uma página dedicada a contar sobre os encontros e ações entre os parceiros da rede de leitura Inclusiva. O site inclui ainda acessibilidade, com ampliação, contraste e tradução em libras este último por meio do aplicativo Hand Talk. Acesse em:  http://ulbra-to.br/alteridade Estas iniciativas mostram as diversas oportunidades presentes no trabalho em rede, que pode se dar tanto para o aperfeiçoamento institucional como também para a realização de ações conjuntas com mais força e vozes. Quer saber como fazer parte de tudo isso? Procure o articulador local – Biblioteca Darcy Cardeal. Imagem: Ao centro mesa de reunião com pessoas ao redor pousando para a foto. São 9 mulheres, algumas sentadas outras em pé. Ao fundo uma projeção de slide na parede de cor branca.

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Novo GT na Rede de Leitura Inclusiva: Araguaína no Tocantins se junta aos parceiros

A cidade de Araguaína fica há 385 quilômetros da capital de do estado do Tocantins e também terá um grupo atuando pela leitura e inclusão. Na última quinta-feira – 29 de setembro – os representantes das secretarias estadual e municipal de educação, da escola modelo, da Biblioteca Pública do município e do Instituto Federal do Tocantins/Campus Araguaína se reuniram para dar inicio a mobilização de uma rede local. Estes profissionais engajados já planejam os próximos passos para disseminar informações sobre acessibilidade e leitura. Há previsão é que nos próximos meses haja um evento aberto aos estudantes de licenciatura, professores e bibliotecários. Para fazer parte dessa iniciativa procure o articulador local – o núcleo de apoio pedagógico especializado do município. Imagem: Grupo de 14 pessoas sorriem pousando para a foto. Elas estão posicionadas em semicírculo. Algumas delas seguram um objeto de cor amarela. Ao fundo duas grandes janelas de vidro.

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O Tratado de Marraqueche entra em vigor hoje!

Bom dia amigos! Hoje, dia mais que especial para o seguimento da Pessoa com deficiência visual. Abaixo, segue uma tradução livre que efetuei da nota emitida pela União Latino-americana de Cegos (ULAC) sobre o Tratado de Marrakesh. Nesse 30 de setembro entra em vigência o Tratado de Marrakech, um instrumento que mediante algumas exceções aos direitos autorais, permitirá o intercâmbio internacional de obras em formatos acessíveis que ampliará substancialmente o acesso a informação e a cultura para as pessoas cegas e com baixa visão de todo o mundo. Esse tratado é o primeiro instrumento da Organização Mundial de Propriedade Intelectual voltado ao nosso coletivo. Sua entrada em vigência constitui um passo a mais na promoção dos direitos humanos das pessoas com deficiência. A Union Latinoamericana de Ciegos (ULAC) protagonizou junto a outras organizações internacionais a nível regional e mundial uma campanha, a fim de alcançar a adoção desse tratado, o qual beneficia também as demais pessoas que possuem dificuldades para acessar o texto impresso. Das 20 ratificações necessárias para que o tratado fosse efetivado, 10 foram aportadas por países da América Latina. Isso se deu pelo compromisso e intensa atuação dos dirigentes de toda região, suas organizações nacionais, dos líderes da ULAC e de inúmeras pessoas anônimas que compreenderam o sentido dessa luta pelo acesso a informação e cultura. A ULAC incentiva as entidades produtoras de livros em formatos acessíveis da América Latina a empregarem esse instrumento de forma efetiva a partir de 30 de setembro, dessa forma gerando mais oportunidades de leitura de livros em braille ou em outros formatos acessíveis. Agora, é o momento de colocar em prática o Tratado de Marrakech, mediante o estabelecimento e fortalecimento de redes de intercâmbio, os acordos com editores, e câmaras de autores ou editores, a participação de organismos públicos competentes e qualquer outro autor que possa contribuir com a melhor implementação dessa ferramenta. Apenas os 10 dos 19 países que compõem a América Latina poderão aplicar o Tratado a partir dessa sexta-feira 30 de setembro. As pessoas com deficiência visual dos outros 9 países, deverão aguardar que seus países / Estados ratifiquem o Tratado de Marrakech. É nesse sentido, que a ULAC, juntamente com suas organizações afiliadas e outros parceiros, continuará atuando com a mesma força e compromisso para possibilitar que essa ferramenta esteja disponível em toda a região, por tratar-se de uma das chaves fundamentais para alcançar uma real e efetiva inclusão social. A Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a Agenda 2030, e o Tratado de Marrakech, são conquistas que demostram com contundência que nosso protagonismo faz a diferença! Tradução Livre por Beto Pereira da nota emitida pela ULAC em 29 de setembro. https://www.facebook.com/beto.pereira.900/posts/1104790662931210    

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Projeto Mudando a Narrativa – Rio de Janeiro, RJ

A Rede de Leitura Inclusiva participou do projeto Mudando a Narrativa, com a presença de representantes do GT Rio de Janeiro e com a consultoria da Fundação Dorina na construção do modelo de leitura para todos, proposta pelo projeto que promove também ações de incentivo à leitura acessíveis nas Bibliotecas públicas municipais e envolve pessoas com deficiência em todo processo de realização e fruição.

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Exibição de filme e debate – Rio de Janeiro, RJ

Em clima de Paralimpíadas, o Movimento Paratodos, participante ativo do GT RJ, promoveu a apresentação do Filme “Paratodos – Superação é só o começo dessa historia”, seguido de um debate mediado por Ciça Melo – Movimento Paratodos, com Dr. Robson Luis de Bem – ABBR e Ana Paula Silva – Fundação Dorina Nowill. O evento gratuito foi realizado do Midrash Centro Cultural com a presença de pessoas que se engajaram no tema e propõe uma sociedade mais inclusiva.

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Reunião na Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação – Rio de Janeiro, RJ

O GT Rio de Janeiro promoveu uma reunião na ABBR – Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação para articulação e construção de ações conjuntas para consolidação da Rede de Leitura Inclusiva local. Estiveram presentes representantes da Secretaria de Cultura – Superintendência do Livro e Leitura, IHA – Instituto Helena Antipoff, Movimento Down, Insituto Leca, Movimento Paratodos, ABBR – Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação e Fundação Dorina.

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Piauí realiza o seu primeiro Encontro da Rede de Leitura Inclusiva

I Encontro Piauiense da Rede de Leitura Inclusiva deu o passo inicial para grandes ações prol da acessibilidade no Estado, promovido pelo GT Piauí. Dia 21 de setembro, representantes da Universidade Federal do Piau (UFPI), Associação de Cegos do Piauí (ACEP), Secretaria Estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência (SEID), Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (COMAD), Instituto Comrádio e Fundação Dorina ampliaram as discussões sobre inclusão e compartilharam oportunidades que farão parte nas ações futuras das organizações presentes e dos participantes das que foram convidados a darem continuidade.

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II Encontro de Bibliotecas Públicas do Pará e III Encontro de Contação de História da Amazônia

A fim de somar esforços no fomento à leitura a Rede de Leitura Inclusiva do Pará integrou o II Encontro de Bibliotecas Públicas do Pará e III Encontro de Contação de História da Amazônia. O evento aconteceu em Belém entre 19 e 21 de setembro com a presença de mais de 500 participantes vindos de todo o Estado, entre eles profissionais da leitura, estudantes, poetas, contadores de história e frequentadores das bibliotecas do Pará. A perspectiva é que mais parceiros intermediários do livro e da leitura conheçam mais a respeito da leitura inclusiva bem como envolva de forma efetiva o público com deficiência em suas atividades, conforme depoimento da diretora Socorro Baia da Biblioteca Pública Municipal Avertano Rocha.

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III Encontro GT Amazonas realizado em Parintins no Amazonas

Cerca de 150 profissionais de Parintins e municípios da região se reuniram  para trocar experiências, conhecimento técnico e práticas sobre inclusão. Foram dois dias intensos com exposição de diversas temáticas, apresentações culturais e ainda um exercício de elaboração de projetos de Leitura Inclusiva em escolas. O evento aconteceu entre 14 e 15 de setembro no auditório Dom Arcângelo Cerqua e contou também com apresentações sobre: materiais acessíveis, tecnologias assistivas, audiodescrição, ensino colaborativo entre outras temáticas. Vários encontros sobre leitura e inclusão vêm acontecendo durante todo o ano e para fazer parte dessas ações em Manaus ou Parintins contate nosso parceiro local a Biblioteca Pública Estadual  ou a Fundação Dorina.

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São José do Rio Preto também está na Rede de Leitura Inclusiva

Nesta semana a cidade de São José do Rio Preto  que fica no interior paulista, mobilizou sua primeira reunião para formar sua Rede de Leitura Inclusiva. O encontro aconteceu no dia 12 de setembro na Biblioteca Pública Doutor Fernando Costa e contou com o apoio do Instituto Riopretense dos Cegos Trabalhadores. Estiveram com a gente neste diálogo representantes do CRAS, Novo Mundo,Eldorado,Anchieta,Santo Antônio e Dom Pedro II, Secretaria da Pessoa com Deficiência, Pinacoteca Municipal- Museu Histórico, SENAI,SESI, Fundação Dorina Nowill e as instituições organizadoras do encontro. Os próximos passos já foram dados e o grupo planeja para um novo encontro previsto para o dia 25 de outubro, no Instituto dos Cegos com ações abertas ao público. Em breve traremos mais informações sobre esta programação. Para fazer parte dessa iniciativa contate as organizações participantes ou a Fundação Dorina Nowill.

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PRÊMIO – EMPREENDEDORES COM DEFICIÊNCIA

O Sebrae-SP está apoiando a iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, com o Reunião do Grupo de Trabalho do ABC Prêmio – Empreendedores com Deficiência Ser um empreendedor e possuir uma deficiência; Ser empresa pública ou privada de micro, pequeno, médio ou grande porte, que pertença à pessoa com deficiência; De todos os seguimentos econômicos e portes de empresa; Ter o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) no Estado de São Paulo. O empreendedor com deficiência deve fazer parte do Contrato Social, como dono ou sócio, de uma empresa já constituída; O questionário deverá ser respondido pelo próprio empreendedor com deficiência; Os interessados em participar devem se inscrever até dia 30/09. As etapas do prêmio, metodologia de avaliação e demais informações podem ser conferidas no site http://pmetcd.sedpcd.sp.gov.br.

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GT ABC em diálogo: Próximo encontro com uma oficina de leitura Inclusiva

Como ser acessível? Cadê o meu público com deficiência? Essas foram algumas das inquietações deste novo grupo de trabalho em formação que reúne instituições dos municípios de Santo André, São Bernardo, Mauá e São Caetano. Nessa roda de conversa profissionais de leitura representantes das Bibliotecas Públicas Cecília Meireles e Nair Lacerda, do Senac Santo André e São Bernardo, da Universidade Federal do ABC e do projeto social Nova Era Novos Tempos dialogaram sobre o contexto do seu território e as oportunidades de fomento a leitura. Dessa aproximação algumas ações já foram colocadas em prática como a troca de acervo, as autoformações do grupo nas temáticas inclusivas e de acessibilidade, além de estratégias de atividades leitura. As reuniões tem acontecido mensalmente na sede do Senac Santo André e é aberta ao público interessado. O próximo encontro está previsto para o dia 28 de outubro às 14h onde será realizada uma oficina de Leitura Inclusiva, está ação irá compor a programação da Semana Senac de Inclusão e diversidade. Para saber mais sobre a programação clique aqui  

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Porto Alegre e Santa Maria mobilizam ações inclusivas

Agosto com mais ações da Rede dessa vez  com os GTs das cidades de Santa Maria e Porto Alegre.  No interior as ações fizeram parte da agenda Semana de Acessibilidade do município  – de 22 a 28 de agosto – com atividades na Universidade Federal de Santa Maria e na Câmara de vereadores.  Houve exposição de fotografias com audiodescrição – desenvolvida pelo projeto da universidade Retalhos, oficina de leitura inclusiva para os bibliotecários de municípios vizinhos e ainda, diálogo sobre acesso ao livro e exibição de filme acessível. Já em Porto Alegre a mobilização do o I Encontro Estadual da Rede de Leitura Inclusiva foi realizada no dia 25 de agosto – pelo Grupo de Pesquisa LEIA: Leitura, informação e Acessibilidade, formado pelos alunos do Técnico em Biblioteconomia do IFRS-POA e da graduação da Biblioteconomia FABICO / UFRGS. Com um dia inteiro de programação houve intervenções de leitura , contação de história,oficinas temáticas além de da transmissão on line. Ambos os encontros contaram com recursos de acessibilidade com interpretes e tradutores de libras e audiodescrição. Para dialogar com a Rede de Leitura Inclusiva de seu estado contate a Fundação Dorina Nowill em [email protected]

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Tema da Leitura Inclusiva é incorporado na programação do Agosto das Letras na Paraíba

Entre 11 a 14 deste mês aconteceu o Festival Literário da Paraíba conhecido por Agosto das Letras, nele são realizados lançamentos de livros, debates, contação de histórias, feiras. Este ano a programação contou também com a temática de leitura inclusiva incorporando o I Seminário Paraibano sobre Acessibilidade ao Livro e à Leitura. O Seminário foi uma proposição do Grupo de Trabalho da Paraíba com o objetivo debate reflexivo acerca do tema e sobretudo consolidar estratégias e práticas que possibilitem o pleno aproveitamento das instâncias e mecanismos capazes de ampliar os processos de acessibilidade ao livro e à leitura para pessoas com deficiência no estado. Dessa forma diversos temas importantes para o acesso ao livro foram trazidos a mesa de debates como os marcos legais com a Lei Brasileira de Inclusão, Tratado de Marraqueche, o mercado editorial e a produção dos formatos acessíveis, o leitor com deficiência e o livro e as iniciativas de fomento a leitura que acontecem no estado. Ao final uma roda descontraída de conversa entre leitores com deficiência visual, escritores e produtores de livros. Para saber mais como foi este encontro acesso a web rádio Luz e Arte do Instituto de Cegos da Paraíba  http://icpac.com.br/.

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Dia da Inclusão sem Fronteiras pela Rede Nacional de Leitura Inclusiva

O segundo semestre para a Rede de Leitura Inclusiva iniciou com diversas ações comemorativas ao 06 de julho – dia em que foi promulgada a Lei Brasileira da Inclusão também conhecida como o Estatuto da Pessoa com deficiência. Após o I Encontro Nacional da Rede de Leitura Inclusiva que aconteceu em junho, os representantes dos Estados propuseram que cada Grupo de Trabalho realizasse ações inclusivas nesta data marcando assim o “Dia da Inclusão sem Fronteiras”. Com menos de um mês para que as ações acontecessem os parceiros planejaram e colocaram em prática uma programação inclusiva diversificada. A seguir algumas das ações realizadas. GT SP: Acesso à informação com uma roda de conversa GT SE: Super Ação – atividades na praça Fórum da Pessoa com Deficiência GT GO: Debate Lei Brasileira de Inclusão GT PR: Exibição de filme com audiodescrição GT SC: Contação de Histórias, cinema e exposição de livros acessíveis GT MG: 3ª Jornada Inclusiva GT RJ: Exibição de filme com audiodescrição e diálogo GT RS Santa Maria: Contação de Histórias, planejamento de ações GT BA: Reunião do grupo de trabalho planejamento de ações GT AL: Atividades literárias

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REDE DE LEITURA INCLUSIVA DO TOCANTINS SE REUNE PARA PLANEJAR AÇÕES

O Grupo de Trabalho da Rede de Leitura Inclusiva no Tocantins (GT Tocantins) se reuniu no dia 28 de julho de 2016 no Centro de Atividades do SESC em Palmas para dialogar e dar prosseguimento aos encaminhamentos referentes ao encontro trimestral da rede que acontecerá no dia 12 de agosto de 2016. Foram compartilhadas também informações e experiências vividas durante o Encontro Nacional da Rede de Leitura Inclusiva que aconteceu em São Paulo de 14 a 16 de junho de 2016.  Foi apresentado o projeto “Inclusão sem fronteiras” que resultou de uma das atividades de grupos realizada durante o Encontro Nacional da Rede, esse projeto tem o intuito de mobilizar a sociedade e os GTs estaduais a realizarem anualmente no dia 6 de julho atividades/ações/eventos que promovam práticas de inclusão no território nacional. A data foi escolhida em virtude da Lei Nº. 13.146 de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).  Falamos da importância e da necessidade de registrar e divulgar todas as ações/atividades realizadas pelo GT Tocantins (Blog da rede de leitura – https://novo.redeleiturainclusiva.org.br/ e redes sociais pessoais e institucionais). Foram apresentadas algumas sugestões de ações/atividades inspiradas nas experiências dos demais GTs que o GT Tocantins poderá desenvolver e oferecer possivelmente no II Encontro da Rede de Leitura do Tocantins em 2017. A formação do GT Tocantins é bastante diversificada conta atualmente com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO) por meio de sua Biblioteca, Museus, Bibliotecas, Universidades públicas e privadas, SESC e Secretaria de Estadual de Educação entre outros. Essa diversidade possibilita novos interesses e articulações como, por exemplo, o projeto que visa à elaboração de um catálogo atualizado das bibliotecas de Palmas/TO e das ações relacionadas à leitura inclusiva, esse projeto é de iniciativa da Biblioteca do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO). Quem desejar fazer parte da rede contate a Alessandra Batista (bibliotecária) pelo e-mail [email protected] nossa parceira local.

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Cobertura da Revista Falada Fundação Dorina no I Encontro Nacional de Leitura Inclusiva

A equipe da Revista Falada Fundação Dorina fez uma cobertura especial no evento! Marina entrevistou os participantes e também Ana Paula Silva, em duas edições. Acompanhe as entrevistas pelo computador, celular ou tablet com sistema android http://www.fundacaodorina.org.br/revistafalada/categoria/50-cafe-no-estudio/     Você conhece a Revista Falada Fundação Dorina? Foi criada para disseminar informações para pessoas com deficiência visual que busquem referências que ajudem no seu desenvolvimento e apresenta assuntos de todas as regiões do país relacionados à política, economia, sociedade e tecnologia, que promova o acesso à cultura e informação e sirva de base para que as pessoas cegas e com baixa visão exerçam seu papel cidadão com plenitude. http://www.fundacaodorina.org.br/revistafalada Faça da Revista Falada um hábito semanal para você e seus amigos!

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I Encontro Nacional da Rede de Leitura Inclusiva acontece em São Paulo

Chegando aos três anos de atuação a Rede de Leitura Inclusiva mobilizada pela Fundação Dorina nos 26 Estados mais o Distrito Federal realizará o seu I Encontro Nacional entre os dias 14 e 16 de junho deste ano. Estarão reunidos representantes estaduais dos Grupos de Trabalho compostos por uma diversidade de profissionais da leitura, educadores, gestores e sociedade civil, com a proposta de ampliar o diálogo conhecer e trocar as experiências nos âmbitos da leitura e inclusão. “Este encontro irá promover e fortalecer o vínculo entre as principais instituições que atuam na Rede de Leitura Inclusiva, valorizando as iniciativas existentes e emergindo novas ações no âmbito do livro, leitura e bibliotecas, que considerem de maneira verdadeira a inclusão das pessoas com deficiência”, afirma Ana Paula Silva, coordenadora do projeto e profissional da Fundação Dorina. O evento presencial é reservado aos participantes da Rede de Leitura Inclusiva, mas os interessados poderão conferir sua transmissão por meio do portal Mundo Cegal  clicando no link a seguir:  www.mundocegal.com.br/leiturainclusiva Ouça a chamada: Para fazer parte da Rede de Leitura Inclusiva de seu Estado contate [email protected]

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2° Encontro da Rede de Leitura Inclusiva no Estado de Goiás.

No dia 10 e 11 de Maio de 2016 acontecerá na cidade de Goiânia – Goiás no Biss Inn Hotel, Avenida Anhanguera, nº 2913, Setor Leste Universitário o II Encontro de formação para os mediadores da inclusão e equipe multiprofissional: Avanços e desafios na formação do profissional da Rede de Apoio a Inclusão – REAI – Secretaria de Educação e Cultura do Estado de Goiás. Com um cronograma abrangente e atrativo, onde a Bilioteca Braille “José Álvares de Azevedo” juntamente com o CAP, convida a todos para uma palestra que tratará sobre o livro acessível na Lei Brasileira de Inclusão no dia 10/05/2016 ás 11 h –12h. No período vespertino teremos o 2° Encontro da Rede de Leitura Inclusiva no Estado de Goiás. A coordenadora da rede Perla Assunção da Fundação Dorina Nowill nos brilhantará com os seguintes itens: Palestra sobre Sensibilização e desconstrução de mitos sobre a deficiência visual e a leitura inclusiva – Orientações teóricas e práticas sobre deficiência visual das 13h30min ás 15h. A segunda palestra será sobre O Livros acessíveis, suas especificidades e utilização – Recursos de acessibilidade à leitura, orientações teóricas e praticas. Para finalizar o dia 10, será ofertado um mini Curso sobre: Livro e leitura para deficiente visual.  

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